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Conexão Política Adão Oliveira
adaooliveira@hotmail.com

Conexão Política

Coluna publicada em 27/06/2013

Pouca prática

A coordenação política de Dilma Rousseff (PT), no Congresso Nacional, está de mal a pior. Os parlamentares reclamam que não têm acesso à presidente da República. A culpa recai sobre as duas senhoras que tratam das relações institucionais do governo: Ideli Salvatti (PT) e Gleisi Hoffmann (PT). Mas as trapalhadas surgidas na última fala da presidente atestam que La Rousseff tem “pouca prática” ou que é mesmo ruim de diálogo.

Acreditem: ela cometeu aquela gafe de propor uma Constituinte exclusiva para cuidar de uma reforma política sem ouvir o seu vice, Michel Temer. Temer é o líder absoluto e inconteste do PMDB - presidente licenciado -, o maior partido do Brasil, e aliado de primeira hora de Dilma. E mais: Michel Temer é professor de Direito Constitucional da USP. Se ouvido, na certa, a presidente não cometeria aquele erro bisonho. Mas não fez.

Michel Temer foi visto sorumbático vagando pelos corredores do Palácio do Planalto. Recuperado do mal-estar, o vice-presidente foi taxativo  ao falar para a imprensa: “E inviável a convocação de uma Assembleia Constituinte para elaborar um projeto de reforma política para o País”. Ele defendeu o plebiscito popular e afirmou que, “para a solução atual, não se faz necessária uma Constituinte”. Depois disso, La Rousseff recebeu uma saraivada de críticas de juristas, políticos e afins. Que mico! Precisava isso? Claro que não.

É certo que a presidente da República tinha pressa para dar uma resposta para a “voz rouca das ruas”. Mas a proposta apresentada ao povo precisava ser factível. Segundo seus críticos, a presidente tangenciou a verdade. A oposição criticou a proposta de Assembleia Nacional Constituinte, construção de 800 hospitais e a liberação de R$ 50 bilhões para a mobilidade urbana. Estas propostas – para os do lado de lá – são consideradas irrealizáveis.

Mas a presidente tem vontade de acertar. Conversou com Joaquim Barbosa, que, esperto, sugeriu que a reforma política contemplasse a adoção de candidatura avulsa. Estaria Barbosa pensando em uma provável candidatura? A ver. Em todas as manifestações que ganharam as ruas, seu nome era lembrado como solução para os problemas brasileiros. Acabar com a corrupção é o primeiro deles.

Plebiscito pode

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo (PT), defendeu ontem a realização de plebiscito sobre reforma política, como sugeriu a presidente Dilma Rousseff (PT) na segunda-feira. Para ele, a proposta de reforma política a partir de plebiscito é uma resposta do governo federal às manifestações que tomaram conta das ruas do País nas últimas semanas. A opinião foi dada em entrevista concedida à imprensa após a posse do advogado Luís Roberto Barroso como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

COMENTÁRIOS
SERGIO - 27/06/2013 - 08h29
A presidente, nada mais fez do que largar um "balão de ensaio" ou como dizem "um bode na sala". Isso acordou os "ditos cujos" que mamam nas tetas do governo. O pânico dos políticos era visível e risível. Imaginem colocar a pena capital para a corrupção num plebiscito. Passa fácil. O Zachia e CIA. deve estar tremendo de medo.


PauloAG -
27/06/2013 - 10h03
Enquanto a Presidenta enaltecia o clamor das ruas, promulgava a Lei 12.830 (DOU 21/06) que dá aos Delegados de Polícia o Poder de investigação. Isso tornou a apreciação da PEC 37 inócua. Ou o Legislativa nada sabia dessa lei e mostrou sua ignorância sobre o que acontece no governo ou fez teatro para nos fazer de plahaços. Cadê meu nariz de palhaço?

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