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artes visuais Notícia da edição impressa de 18/06/2013

Exposições para todos os olhos

Não há do que reclamar quando o assunto é artes plásticas. Atualmente, quatro exposições em cartaz na Capital permitem ao público conhecer um pouco mais sobre obras de artistas consagrados e de novos talentos das artes visuais. São mostras com trabalhos de diferentes gerações e que contemplam pinturas, desenhos, esculturas e instalações.

Vivian Lockmann

MACRS/DIVULGAÇÃO/JC

O rumor da matéria, exposição da jovem artista natural de Porto Alegre Vivian Lockmann (1981), é composta por esculturas que unem elementos naturais, como plantas e galhos, a manequins e a outros objetos. A curadoria é de Bettina Rupp. No MAC-RS, no sexto andar da Casa de Cultura Mario Quintana (Andradas, 736). No local também está a exposição O gato que não pegava rato, do gaúcho Adriano Rojas (1967-2004). Entrada franca.

Maria Lídia Magliani

ACERVO SMC/DIVULGAÇÃO/JC

Nesta mostra, estão reunidas obras de Maria Lídia Magliani realizadas desde os anos 1960, como pinturas, gravuras, desenhos e esculturas. Magliani - A solidão do corpo faz um retrato da carreira da artista plástica natural de Pelotas, que morreu em dezembro do ano passado, aos 66 anos, no Rio de Janeiro. Pintora e desenhista, foi a primeira mulher negra a formar-se em Artes Plásticas em 1966 na antiga Escola de Artes da Ufrgs, onde estudou com Ado Malagoli. Magliani desenvolvia trabalhos com forte engajamento feminista. Também realizou atividades como ilustradora, além de ter criado capas de livro e cartazes. Na mostra há também fotografias de um ensaio com a artista assinado por Luiz Carlos Felizardo. A curadoria é de Renato Rosa. Na Pinacoteca Aldo Locatelli do Paço Municipal (Praça Montevidéu, 10) até 28 de junho. Entrada franca.

Gelson Radaelli

ELIDA TESSLER/DIVULGAÇÃO/JC

Natural de Nova Bréscia, Gelson Radaelli (1960) apresenta a mostra individual A solidez do céu. São pinturas, desenhos e esculturas criados, em sua maioria, neste ano. A nova série de pinturas apresenta formas que flertam com o abstrato, diferentemente da maioria das outras produções do artista que, durante 20 anos, desenvolveu trabalhos que priorizavam formas humanas. O uso intensivo de azul e vermelho, que já se apresentava na sua última mostra de 2008, volta de forma mais intensa. A curadoria é de Mario Gioia. Visitação na galeria Bolsa de Arte (Visconde do Rio Branco, 365) até 13 de julho. Entrada franca.

Elida Tessler

BOLSA DE ARTE/DIVULGAÇÃO/JC

A porto-alegrense Elida Tessler (1961) é artista plástica e professora do Instituto de Artes da Ufrgs há 20 anos. A mostra Elida Tessler: gramática intuitiva traz 14 instalações da artista. Trata-se da primeira mostra individual e retrospectiva de Elida desde o começo da carreira, nos anos 1980. Ela desenvolve uma pesquisa sobre questões que envolvem arte e literatura, relacionando a palavra escrita à imagem visual. Ao lado de Jailton Moreira, foi responsável pelo Torreão, espaço de trabalho, formação e intervenções de arte contemporânea em atividade entre 1993 e 2009. A curadoria é de Glória Ferreira. Na Fundação Iberê Camargo (Padre Cacique, 2.000) até 18 de agosto. No local também está a exposição A pintura é que é isto, do paulista Paulo Pasta (1959). Entrada franca.

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