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De Olho na tevê Carlos Pires de Miranda
carlos@piresdemiranda.com.br

De Olho na tevê

Coluna publicada em 27/03/2013

Felipão

Houve aqueles 15 minutos iniciais de forte pressão da Rússia, aí o Brasil equilibrou, e o jogo ficou ruim de ver. Aquele bombardeio no gol sofrido foi humilhante, mas pelo menos a seleção brasileira teve força para achar o empate. Por mais que eu goste de Felipão, ainda não apareceu qualquer vantagem de seu trabalho sobre o de Mano Menezes. Enfrentou seleções poderosas, mas ganhou apenas dois pontos em nove possíveis. Ah, Hulk se redimiu, Marcelo adonou-se da lateral, Fred aproveitou sua chance – Kaká não. E temos que seguir testando, testando, como até agora.

Esperanças frustradas

Então Massa larga em segundo, com seu colega de Ferrari posto onde raramente está: na fila de trás. Apaga-se a última luz vermelha, e em poucos metros o piloto brasileiro é ultrapassado por todos que tentaram – ao final da primeira volta já aparece em um ridículo sexto lugar. Na corrida anterior e na formação do grid, a Ferrari se mostrou competitiva; quando Felipe Massa – até que um dia – vê Alonso fora e pode preocupar-se apenas em competir, aflora sua mediocridade. Tem gente com saudade do Rubens Barrichello...

Gauchinho

Grêmio vence com naturalidade na Arena, Inter faz 3 a 0 sobre o pobre Santa Cruz, nos Plátanos. Hoje e amanhã vão ganhar de novo, enquanto o resto da tropa se devora, vence uma e perde outra. O Gauchão só fica interessante quando um dos pequenos é campeão. Sei que teve o Renner em 1954, lembro-me do Juventude em 1998, do Caxias de Tite em 2000 e era isso. Este ano espero que não tenhamos placar de 8 a 1, como nas finais de 2008 e 2009. Mas o pessoal da RBS já se atreve a reconhecer o que escrevo desde 6 de março: o Gauchão virou um Gauchinho – sem graça alguma.

Adeus


Comentarista esportivo é uma espécie em extinção. Aliás, em transformação: radialistas de carreira desaparecem pouco a pouco, abrindo espaço a ex-atletas. Isso vale para futebol, vôlei, automobilismo, valeria até para peteca se tivesse transmissão. Não é de hoje: sabe-se que Leônidas da Silva foi comentarista depois de largar a bola, que Pelé comentou (mal) uma Copa para a Globo. Roger e Beletti são as mais recentes contratações do SporTV. Para quem cresceu ouvindo Ruy e Lauro Quadros, curte PC Vasconcellos e outros desse nível, a diferença é brutal. Mais ou menos como se jornalistas, ao invés de comentar, entrassem em campo para jogar.

Pitacos


  • Claro que há bons comentaristas entre os ex-jogadores: Falcão foi um, Caio Ribeiro é outro, tem o Casagrande, mas a maioria trabalha só no nome.
  • Flamengo estreia o técnico Jorginho e reúne quatro mil torcedores no estádio. Deve ter mesmo a maior torcida – do sertão nordestino, claro.
  • No Canal Livre da madrugada de anteontem, Luciano do Valle finalmente esclareceu: teve mesmo um AVC, que atingiu especialmente sua voz. Felizmente voltou ainda em boa forma.
  • Leonardo Gaciba vai bem comentando arbitragens. E sobre esse tema, jamais falta assunto.
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