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artigo Notícia da edição impressa de 27/03/2013

Esquecendo o 31 de março de 1964

Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Autoridades civis e, pasmem, militares aconselharam ou determinaram para que esquecêssemos o dia 31 de março de 1964. Missão impossível. Como apagar uma magna data? À época, um tsunami de subversão assolava a nossa terra. Era a débâcle anunciada. Os comunistas exultavam. Havia um forte mau cheiro de marxismo no ar. A sociedade estupefata assistia às escandalosas demonstrações de que o caos e a desordem se assenhoravam do País. Contudo, as Forças Armadas estavam atentas e acompanhavam, cautelosas, um avanço que se apresentava como inexorável através do mundo. Diversas nações haviam soçobrado pela força das armas, pelas artimanhas políticas, pelos interesses pessoais, e parecia que, aqui, a terra brasileira seria engolfada pela ambição ideológica de indivíduos que idolatravam o comunismo. Adeptos de Marx, adoradores de Trotsky, de Stalin, de Mao e de Fidel julgaram que havia chegado o seu momento. Era a hora de sua nomenclatura se apoderar do poder. Os indícios de sua vitória eram gritantes.

Mas eis que, de repente, cidadãos e cidadãs emergem nas ruas, e uma indignação presa na garganta de pessoas esclarecidas é solta no ar. Nos quartéis, o silêncio que antecede os atos de coragem. Depois, abertamente, opondo-se ao movimento comunista, como uma luz acesa por corajosos revolucionários, resplandece uma revolta. É a contrarrevolução que, gloriosa, imponente, em apoio à sociedade desprotegida, sai às ruas. Foi em 31 de março de 1964. “Apaguem aquela data, esqueçam aquele dia”, dizem os hipócritas, os coniventes e os abonados pelos dominantes.

Esforçamo-nos para cumprir as ordens recebidas, mas qual, por mais disciplinados que sejamos, a data é tão significativa para todos nós que ela nos vem à lembrança, inesquecível, majestosa, pois sublinha o caráter do Exército Brasileiro, a sua determinação de defender a pátria. Portanto, como esquecer? Esquecer, apagar da memória é ter vergonha, é repudiar, é desprezar. Certamente, alguns conseguiram. Nós, não!

General de Brigada reformado, Brasília/DF

COMENTÁRIOS
José Bonifácio C Silva - 27/03/2013 - 09h54
Pena que os contrarevolucionários companheiros do general 14 anos após entregaram o País pior do que receberam.


José Bonifácio C Silva -
27/03/2013 - 10h09
Referi-me anteriormente a 14 anos porque acredito que o Governo do Presidente Figueredo ja foi um Governo de transição, com anistias, propostas de eleições diretas etc.:

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