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artigo Notícia da edição impressa de 27/03/2013

Não peçam ajuda aos universitários

Gilnei Lima

Perguntem aos estudantes de hoje quem foi o chamado Águia de Haya? Quem escreveu a Ilíada? Qual foi a primeira capital do Brasil? Que cantem o Hino Nacional. Quem o compôs? Vejam bem, não estou me alçando à condição de ter qualificação para tais questionamentos, porém me permito confortavelmente emitir opinião própria e bem consolidada. Sem fazer crônica pessoal, meus pais fizeram o que de melhor poderiam ter feito por mim: estimularam a buscar cultura e desenvolver um mínimo de erudição. Humildes, funcionários públicos, ambos estudaram Filosofia. Meu pai mergulhou nos estudos da Teologia. Minha mãe foi buscar cultura nas pós-graduações em História das Civilizações e Estudos dos Problemas Brasileiros (Pucrs-1973 e foi fichada no DOPS). Havia centenas de livros em casa. Um mundo de conhecimento, questionamentos e provocações à disposição. Isto não me tornou um bom comunicador no rádio, nem me promoveu a cronista ou escritor de elevada composição. Enveredei pelos caminhos da engenharia, sonho paterno por conta da ferrovia, mas que nunca me deram a satisfação necessária para imprimir minha marca neste cenário. Tardiamente, reconheci que as palavras e conteúdos fundamentados no prazer de saber, questionar, duvidar e curvar-me diante daqueles que têm notório saber, eram o caminho inevitável em minha trajetória.

Então virá dos senhores a pergunta: E o que isso tudo têm a ver com as notícias sobre o Enem? Poderia ser nada, não fosse o fato de distinguirmos educação de ensino e cultura. Eu recebi educação (em casa) para aproveitar meu tempo para adquirir cultura (por estímulo), por meio do aprendizado livre e do ensino formal. Confesso que obtive mais do primeiro. Na Escola de Engenharia, nas aulas de Metodologia e Lógica, acabei por descobrir e entender que as metodologias desgastadas nunca terão lógica alguma. Por isso deixo apenas uma singela sugestão: não peçam ajuda aos universitários!

Radialista e graduado em engenharia

COMENTÁRIOS
José Bonifácio C Silva - 27/03/2013 - 10h04
Concordo plenamente e não fico só no Enem vou ate o exame de Ordem da OAB onde apenas 10%dos participantes foram a provados. É o caos instalado!

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