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editorial Notícia da edição impressa de 27/03/2013

Nordeste unido consegue obras e mais obras da União

Se há um consenso na classe política gaúcha é o de que as bancadas do Nordeste no Congresso trabalham unidas para levar para os seus estados o maior ou o melhor quinhão das verbas federais, geralmente o maior e o melhor. Agora, a ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, anunciou investimentos de R$ 3,1 bilhões no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em Pernambuco. Serão R$ 2,8 bilhões do governo federal e R$ 330 milhões do governo estadual. Igualmente, serão  investidos R$ 290 milhões na ampliação do Porto de Suape, com a construção de dois novos terminais. Mais R$ 700 milhões serão usados para construção de adutoras e barragens. Além disso, foi anunciada a instalação de fábrica da Fiat em Pernambuco, com R$ 4,5 bilhões, e incentivo financeiro a juro negativo de R$ 2,5 bilhões. E tem mais: o governo federal fará duas obras rodoviárias, que custarão R$ 1,65 bilhão, ou seja, a duplicação da BR--423, que liga São Caetano a Garanhuns, e, a segunda, o arco metropolitano do Recife, que será um caminho alternativo para liberar a BR-101 de tráfego intenso. Então, não dá para se surpreender quando pesquisas mostram que a presidente Dilma Rousseff está muito bem avaliada. Obras são anunciadas semanalmente. As iniciativas são muitas, mas faltam as “terminativas” do que é lançado aos quatro ventos. Aqui, no Estado, os senadores Pedro Simon e Paulo Paim uniram esforços para o Rio Grande do Sul não perder uma boa fatia em verbas com o novo Fundo de Participação dos Estados (FPE).

Na praça Dona Lindu, ao Sul da badalada praia de Boa Viagem, está a estátua em bronze da mãe do presidente Lula cercada pelos seus filhos, simbolizando o apreço dos pernambucanos ao seu filho mais ilustre. Indo bem a economia, a política fica melhor, não ao contrário. O Plano Diretor para a implantação do Complexo Industrial Portuário de Suape integrou uma extensa área para indústria e serviços de apoio a um porto marítimo, com excelentes características naturais. A concepção originou-se no moderno conceito de integração porto-indústria, a exemplo de Marseille-Fos, na França, e Kashima, no Japão. Tem como princípio atrair indústrias da primeira e segunda geração e a possibilidade de implantação de indústrias de terceira geração. Apoiou-se em três elementos que favoreciam o aproveitamento de expressiva economia de escala de frete, com a utilização de navios de grande porte, quais sejam, águas profundas junto à linha da costa, com profundidade de 17 metros a cerca de 1,2 km do cordão de arrecifes, um quebra-mar natural com extensas áreas reservadas à implantação de um parque industrial. Enfim, Suape deixou de ser um mero porto industrial para se tornar um porto concentrador de carga (“hub port”) de uso público, em função das grandes profundidades junto à costa (-17 m a 1,2 km do cordão de arrecifes). Então, o Nordeste, unido, consegue muito mais que outras regiões do País, além dos programas sociais, de alta relevância local, pela histórica pobreza da região. Cabe às bancadas gaúchas pressionarem. E já.

COMENTÁRIOS
PauloAG - 27/03/2013 - 09h57
Infelizmente dezenas de anos se passaram e só agora a revolta começou? Não é novidade que a maior parte dos recursos federais arrecadados no Sul/Sudeste foram/vão/irão para o Norte/Nordeste. Mas parece que os meios de comunicação e os políticos acordaram agora. Esse artigo deveria ter sido escrito há 20 anos e repetido milhões de vezes. Fomos politicamente corretos, educadinhos, uns amores e agora os beneficiados tomaram conta, levamos bordoadas na cabeça e despertamos para o pesadelo. Bem feito, tropa de cegos! Estavam em Brasília para defender nossos interesses, não para melhorar a vida de outras regiões.


Henrique -
27/03/2013 - 12h05
Infelizmente não temos tido sorte, por burrice na escolha, de governadores, deputado, senadores ativos e com visão suficiente para ver que esse DESCANSO iria dar no que deu. Votar no mesmo partido do governo central não é batalha ganha. Percebem já atrasados que sustentamos, via impostos, Norte e Nordeste e matando o RS.

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