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LOGÍSTICA Notícia da edição impressa de 26/03/2013

Hidrovia do Mercosul inicia a operação em 2014

Jefferson Klein

JONATHAN HECKLER/JC
Souto coordena estudo de viabilidade
Souto coordena estudo de viabilidade

O começo do transporte de cargas pela hidrovia Brasil-Uruguai, também chamada de hidrovia do Mercosul, deve ocorrer no próximo ano. Para isso tornar-se  realidade, a obra mais importante será a dragagem do canal do Sangradouro, localizado ao Norte da Lagoa Mirim. O superintendente da Administração das Hidrovias do Sul (Ahsul), José Luiz Azambuja, detalha que a ação permitirá a ligação com a Lagoa dos Patos. A expectativa é de que a dragagem seja licitada ainda neste ano e concluída antes do final de 2014. O dirigente estima em cerca de R$ 15 milhões o investimento necessário para concretizar o empreendimento. O recurso será proveniente do governo federal. “Em um ano e meio queremos ter essa espinha dorsal funcionando”, afirma Azambuja.

O projeto da hidrovia Brasil-Uruguai prevê ainda outras melhorias, como mais dragagens e sinalizações. No entanto, superado o obstáculo do canal do Sangradouro, já será possível que embarcações uruguaias tenham acesso a portos gaúchos como o de Rio Grande e Estrela. O calado mínimo da Lagoa Mirim será de 2,5 metros, adequado, principalmente, para barcaças com capacidade para movimentar cerca de 3 mil toneladas em cargas. O presidente da Ahsul acrescenta que a hidrovia, tornando-se operacional, deverá acelerar os projetos de terminais que estão sendo desenvolvidos no Uruguai.

A empresa Timonsur, por exemplo, pretende instalar um porto na localidade La Charqueada, situada às margens do rio Cebollati (afluente da Lagoa Mirim), no departamento de Trinta e Três. Outro empreendedor do lado uruguaio da Lagoa Mirim é a companhia Fadisol, que tem tradição na comercialização de grãos como soja, trigo e cevada. O grupo criou a companhia Hidrovia del Este com o objetivo de instalar um terminal no rio Taquari (também afluente da lagoa).

Azambuja aponta como possíveis cargas a serem enviadas ao Uruguai itens como erva-mate e açúcar e, para o Brasil, deverão vir soja, arroz e madeira, entre outros. Somente para a implantação da parte brasileira da hidrovia, o PAC 2 prevê investimentos de R$ 217 milhões. O volume dos recursos é justificado, pois depois de consolidada a “espinha dorsal”, como definiu o presidente da Ahsul, a meta do governo federal é avaliar as condições de outros trechos hidroviários que podem compor essa malha. Nesse sentido, coordenado pela Ahsul e executado pelo consórcio Ecoplan-Petcon, está sendo elaborado um amplo Estudo de Viabilidade Técnica Econômica e Ambiental da hidrovia Brasil-Uruguai. O levantamento abrangerá a Bacia da Lagoa Mirim, a Bacia da Lagoa dos Patos, o Guaíba, a Lagoa do Casamento, os rios Jacuí, Taquari, Caí, Sinos, Gravataí, Camaquã, Jaguarão, Uruguai e Ibicuí, em território brasileiro, e os rios Cebollati e Taquari, no lado uruguaio.

O coordenador desse projeto, Daniel Lena Souto, comenta que o objetivo é levantar as características e possibilidades das hidrovias, terminais e embarcações. Também serão colhidas informações quanto a eventuais cargas a serem transportadas e o potencial quanto ao turismo. Posteriormente, esse estudo servirá de ferramenta para que os governos possam investir em obras de caráter público e para a iniciativa privada construir novos terminais.

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