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ELEIÇÕES 2012 Notícia da edição impressa de 17/01/2013

Campanha eleitoral tem início em três municípios

Moradores de Novo Hamburgo, Eugênio de Castro e Erechim escolherão novos gestores no dia 3 de março

Fernanda Nascimento

O TRABALHO VAI CONTINUAR/DIVULGAÇÃO/JC
Apoiadores de Tarcísio Zimmermann, do PT, fizeram carreata ontem
Apoiadores de Tarcísio Zimmermann, do PT, fizeram carreata ontem

A realização de eleições suplementares intensificou a movimentação em três cidades do Estado, que tiveram o primeiro dia de campanha ontem. Em Novo Hamburgo, Eugênio de Castro e Erechim, candidatos e militantes buscam o apoio dos eleitores, que escolherão os novos prefeitos em 3 de março. Em comum, os pleitos apresentam apenas dois candidatos na disputa e travam uma luta contra a abstenção dos eleitores.

O temor de que a nova eleição desmobilize a população não é uma novidade em Novo Hamburgo. A cidade do Vale do Sinos já realizou eleições suplementares em 2004 e viu a abstenção subir 5% entre os dois pleitos. “É uma campanha de convencimento. Primeiramente, é preciso convencer a comparecer, e, depois, a acreditar no nosso projeto”, relata o candidato Paulo Kopschina (PMDB), que obteve o segundo lugar nas eleições de outubro.

O candidato Tarcísio Zimmermann (PT) conhece o cenário: disputou as eleições suplementares há oito anos e hoje busca a reeleição. O petista teve a candidatura impugnada pelo Tribunal Superior Eleitoral e, como obteve mais de 50% dos votos válidos, o pleito acabou anulado. Zimmermann fala em “justiça” ao apostar na presença dos eleitores nas urnas. “Existe um sentimento muito grande de que uma injustiça foi cometida contra a escolha de Novo Hamburgo. A população vai confirmar novamente este desejo”, aposta.

O petista também cita a recente troca de lado pelo PDT. O partido deixou o apoio a Zimmermann e aderiu a Kopschina, na semana passada. “Fala-se, inclusive, em traição. As pessoas rejeitam esse tipo de prática”, acredita. Ele afirma que muitos pedetistas continuam apoiando sua campanha e que não teme transferências de votos.

Kopschina evita falar sobre uma possível desconfiança jurídica da população em relação à permanência de Zimmermann à frente da prefeitura e sobre a polêmica envolvendo o apoio do PDT. “Preferimos mostrar nossos projetos. Dizemos que continuaremos com os bons projetos que a prefeitura desenvolve, mas melhorarando áreas com problemas”, assegura.

Zimmermann é o único dos três candidatos a prefeito que teve a candidatura impugnada e disputa novamente as eleições. Em Erechim, o candidato Paulo Polis (PT) teve seu lugar na cabeça de chapa substituído por Anacleto Zanella (PT), que disputa as eleições contra Luiz Fernando Schmidt (DEM). No município de Eugênio de Castro, Roberto Bruinsma (PP) deu lugar a Sirlei Maria Schuster (PP), que concorre contra Horst Daltro Steglich (PSDB). As cidades de Sobradinho e Tucunduva esperam a definição da data das eleições suplementares.

Ex-prefeito de Erechim e empresário são denunciados por desvio de dinheiro público

O Ministério Público (MP) ofereceu denúncia contra o ex-prefeito de Erechim, Paulo Alfredo Polis (PT), e contra o empresário Hélio Rubem Corrêa da Silva, pelo desvio de R$ 19 mil dos cofres públicos. De acordo com o promotor de Justiça Luciano Vaccaro, a quantia teria sido utilizada para o pagamento de material publicitário da empresa de Hélio Silva, para fazer promoção pessoal do ex-prefeito e candidato à reeleição nas últimas eleições. A conduta é enquadrada em crime de apropriação de bens ou rendas públicas, que pode levar à pena de dois a 12 anos de reclusão. Junto com a denúncia, Luciano Vaccaro requereu o bloqueio da quantia desviada nas contas bancárias do ex-prefeito.

A denúncia tem origem em uma investigação realizada pelo MP Eleitoral, através do promotor Maurício Sanchotene de Aguiar, que analisou a edição, impressão e circulação de mais de 10 mil exemplares do “Anuário Erechim 2012”. O material foi divulgado a partir de 28 de junho de 2012 pela Editora Bota Amarela Ltda., responsável pelo jornal Bom Dia, ambos propriedade de Hélio da Silva.

“A publicação, a pretexto de condensar informações a respeito da pujança econômica de Erechim, foi elaborada de forma a apresentar o então prefeito e candidato à reeleição Paulo Alfredo Polis como o único responsável por tal situação. Ainda, contou com publicidade paga pelo município, no valor de R$ 19 mil, assim como carta por ele assinada, acompanhada de sua destacada fotografia, tudo com dissimulada conotação de propaganda eleitoral”, explicou o promotor Vaccaro.

Na decisão, Vaccaro ressalta, ainda, que, embora Paulo Alfredo Polis tenha sido reeleito no pleito de outubro de 2012, em virtude da cassação do registro de sua candidatura, não foi diplomado, nem tomou posse para o novo mandato, e, por isso, não poderá ter foro privilegiado. Polis já havia tido cassado o registro à reeleição, junto com a vice na chapa Ana Lúcia Silveira de Oliveira (PMDB). Eles ainda foram declarados inelegíveis por oito anos a partir da eleição do ano passado e pagarão multa.

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