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Agronegócios Notícia da edição impressa de 09/01/2013

Fumicultores buscam reajuste para o tabaco

Produtores esperam que negociação seja agendada nesta semana

Marcelo Beledeli

As entidades representativas dos produtores de tabaco reiniciaram ontem os contatos com as indústrias fumageiras para buscar um acordo sobre o preço que deverá ser pago pela safra 2012/2013. Na última reunião sobre o tema, em dezembro, os fumicultores solicitaram um reajuste de 8,25% no valor do fumo do tipo Virgínia, que é plantado em 85% das lavouras dos três estados do Sul do País. No entanto, as empresas ofereceram propostas de elevação entre 6% e 7%.

Mesmo sem a definição do reajuste acertada, alguns produtores já iniciaram a venda do tabaco, especialmente no Sul de Santa Catarina, onde 20% da safra já foi comercializada. Já no Rio Grande do Sul, apenas 1% do fumo foi vendido, conforme Benício Albano Werner, presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). Segundo o dirigente, a venda sem a oficialização do acordo não chega a prejudicar os produtores, uma vez que, após a definição dos novos valores, as empresas efetuam o pagamento retroativo da diferença. No entanto, como a comercialização geralmente ganha mais força a partir de março, a maior parte da safra deve ser negociada já com o reajuste.

Werner espera que, até o final desta semana, possa ser agendada uma nova reunião para discutir o reajuste. No entanto, o dirigente alerta que os produtores não irão aceitar propostas que não cubram os aumentos do custo de produção e não garantam rentabilidade. “Não aceitaremos uma margem de lucro que seja inferior a 10%.” Além do preço da nova safra, os produtores também querem debater outras questões no novo encontro a ser marcado.

De acordo com o vice-presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado (Fetag-RS), Carlos Joel da Silva, fará parte da pauta de reivindicações do setor a revisão dos valores das subclasses do fumo. “O tabaco tipo 3, por exemplo, por ser mais inferior, há tempo vem se distanciando muito do preço das classificações principais, e precisa de uma reaproximada”, afirma. Outra proposta que deve ser apresentada é a participação dos fumicultores na avaliação dos custos de produção realizada pelas indústrias.

No Rio Grande do Sul, estimativas da Afubra apontam que a colheita de fumo deverá alcançar 327.210 toneladas, uma queda de 5,33% em relação à safra 2011/2012, que foi de 345.640 toneladas. A redução acontece mesmo com o aumento da área plantada, que passou de 156.430 hectares para 158.010 hectares. Conforme Werner, a menor produtividade deve-se a fenômenos climáticos, como granizo, que prejudicaram o desenvolvimento de várias lavouras. No entanto, devido à melhoria nas condições do tempo nos últimos meses, a diminuição na produção pode ser menor que a esperada, chegando a uma queda de apenas 3%, com a safra chegando a 335 mil toneladas.

Apesar do volume menor, a nova safra também deverá ter uma melhor qualidade do produto, o que deve beneficiar o rendimento dos fumicultores. “Quem plantou fumo deverá ter uma receita igual ou superior à do ano passado, mesmo produzindo menos”, aponta o presidente da Afubra. A colheita deve encerrar-se em torno de 20 de janeiro, nas regiões baixas do Vale do Rio Pardo, e até 20 de fevereiro nas demais áreas produtoras do Estado.

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