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Histórias do Comércio e dos Serviços Notícia da edição impressa de 07/01/2013

Finger busca ampliar a presença no País com rede de franquias

Fundada em porão, empresa moveleira persegue novos saltos comerciais em 2013

Rafael Vigna

FINGER/DIVULGAÇÃO/JC
Empresa colocou a pequena Sarandi no mapa das cidades produtoras de móveis no Estado
Empresa colocou a pequena Sarandi no mapa das cidades produtoras de móveis no Estado

“Alcança a trena.” O então garoto Edson Finger não imaginava, mas a ordem proferida, em idioma alemão, pelo pai ao primeiro funcionário, nos idos de 1978, apenas alguns meses depois da fundação da empresa, em 28 de abril daquele ano, ficaria marcada na memória por muito tempo até se tornar o marco inaugural da Finger Móveis Planejados. À época, o empreendimento idealizado por Pedro Lauri Finger funcionava de maneira improvisada no porão da casa da família, ainda localizada no distrito de Boa Vista, agora anexado a Sarandi, no extremo Norte do Rio Grande do Sul.

Mesmo situado a 300 quilômetros do principal polo moveleiro do Estado, o negócio, que nasceu da experiência do patriarca da família – que durante 22 anos trabalhou em outra fábrica e, nas horas de folga, começou a construir as primeiras máquinas -, encravou a cidade no mapa gaúcho dos maiores municípios moveleiros, ao lado de Caxias do Sul, Bento Gonçalves e Gramado.

Sempre interessado pelos rumos da produção, Pedro Finger não perdeu o costume de visitar as instalações da companhia, mas repassou, há algum tempo, o leme ao filho Edson, que relembra o início do processo de expansão, alicerçado, segundo ele, pela criação de um modelo de negócios pensado para privilegiar o comércio no varejo. “No começo, os pedidos eram feitos diretamente pelos consumidores. Assim, o crescimento foi lento, porém, gradual, culminando na instituição de um formato de franquias em 2002.”

Em 1992, ano que teve início o processo de profissionalização dos funcionários para o atendimento das lojas especializadas, ainda era somente nove o número total de contratados. “Quando assumi minhas funções, o principal foi a contratação de representantes para começar a fazer a venda aos lojistas. Só então, migramos para uma escala produtiva maior e atingimos novos pontos de venda. Este foi o primeiro passo para ganhar em volume, em um período em que sequer contávamos com as lojas exclusivas”, destaca.

Em 1996, a atual planta na rodovia RS-404 foi concluída, ampliando consideravelmente a área de 2 mil metros quadrados. Depois de uma nova etapa de expansão, ainda em andamento, o parque fabril deverá contar com mais de 20 mil metros quadrados. Enquanto isso, 280 funcionários (cerca de 40 do Haiti e do Senegal) atendem às demandas de 63 franquias e 45 lojas exclusivas espalhadas por todos os estados do Brasil.

No varejo, o número de colaboradores já supera a marca de 1,5 mil. Por isso, hoje em dia, os planos são mais ambiciosos. A meta é ultrapassar os 90 pontos de venda franqueados até 2014. Neste mês, as inaugurações previstas devem garantir a marca de 70 unidades comerciais no País. “Ao longo destes anos todos, acredito que o maior diferencial é a soma de pessoas e habilidades que conseguimos agregar ao nosso negócio. Hoje existem muitas áreas específicas, mas é preciso de gente para fazê-las funcionar. É como uma orquestra com o maestro e os músicos responsáveis por cada instrumento. Sem este aspecto, nada disso seria possível”, resume Edson Finger.


Edson Finger destaca a importância dos colaboradores no bom andamento dos negócios. FINGER/DIVULGAÇÃO/JC

Modernização da planta deve garantir expansão da capacidade de produção em 2013


Em agosto do ano passado, os efeitos de um investimento de R$ 15 milhões ampliaram em 30% a área total construída da Finger, para 18 mil metros quadrados. No total, 15 novas máquinas de alta tecnologia também aumentaram de 40 mil toneladas para 70 mil toneladas a produção diária do parque fabril. Mesmo que operação demande apenas cerca de 70% desta capacidade, outro módulo, desta vez destinado às linhas flexíveis, deve ser inaugurado no segundo semestre de 2013 para possibilitar a execução de novas metas de fabricação. 

Na avaliação do presidente Edson Finger, o processo de automação já disponível trouxe avanços ambientais e de segurança, com a redução das emissões de partículas de pó por metro cúbico de ar. Fixada por legislação em 3 miligramas, a proporção não supera 0,4 miligramas, ficando 14% abaixo da tolerância na nova planta.

O executivo ainda antecipa que a ampliação do parque é um projeto antigo, iniciado em 2009, para qualificar processos, reduzir perdas e gerenciar estoques de modo 100% automatizado. Além disso, após a conclusão da segunda etapa da modernização, o objetivo é expandir os mercados para garantir a obtenção do pico de produção - entre 90% e 95% da capacidade - programada para os próximos dois anos.

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