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Conexão Política Adão Oliveira
adaooliveira@hotmail.com

Conexão Política

Coluna publicada em 28/12/2012

O retorno de Calheiros

Paula Coutinho, interina

A presidente Dilma Rousseff está se preparando para digerir o sapo que terá de engolir com a confirmação de acordo para que o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) assuma a presidência da Câmara Alta. Os dois não compartilham relações muito cordiais. E, para completar, a presidente, que se orgulha de ter faxinado todos os ministros e servidores suspeitos de envolvimento em malfeitos - como eufemisticamente usa chamar os atos ilícitos -, verá de novo como presidente do Congresso Nacional o senador que renunciou ao cargo para evitar a cassação do mandato.

Em 2007, Calheiros foi alvo de processo por quebra de decoro parlamentar. O PMDB ainda tentou blindar o senador - faça-se a justa ressalva à voz dissonante e sempre contundente do senador gaúcho Pedro Simon pela penalização do correligionário -, mas o caso ganhou uma repercussão irreversível. Ele foi acusado de receber ajuda financeira de lobistas ligados a construtoras, que teriam pago suas despesas pessoais. Também teria usado “laranjas” para comprar veículos de comunicação em Alagoas, seu estado de origem.

Mas parece que, como bons brasileiros, os eleitores alagoanos também têm memória curta. Em 2010, três anos depois de se afastar do cargo para evitar a cassação, Calheiros se candidatou novamente e foi reeleito com 840 mil votos, 25 mil a mais do que na eleição de 2002.

Com a renovação do mandato, começou a pavimentar o caminho de volta à presidência do Senado, ainda que discretamente, mas com a firme disposição de retomar ao cargo a que, por instinto de sobrevivência na vida pública, se viu obrigado a renunciar. E agora, para sua redenção e desgosto da presidente Dilma, está prestes a ver o seu sonho realizado. Líder do PMDB no Senado, Calheiros sucederá, em fevereiro, José Sarney, figura que era bem mais palatável à presidente Dilma. Mas, enfim, é preciso garantir a governabilidade, e 2014 está logo aí...

Empecilho à reeleição?

A presidente Dilma Rousseff, em café de encerramento do ano com jornalistas, evitou dar qualquer sinalização em relação ao seu futuro político em 2014, sob a alegação de que o momento atual é de se concentrar nas ações da sua gestão, mantendo todo o vigor do primeiro dia de governo. “Não respondo isso nem amarrada”, disse ela, rindo, ao ser questionada se será candidata à reeleição em 2014. Dilma também evitou responder sobre a mobilização de setores do PT que querem a volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Palácio do Planalto. “Não falo de sucessão presidencial no meio do meu governo. Isso não é politicamente necessário”, declarou a presidente.

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