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Eleições 2012 Notícia da edição impressa de 08/10/2012

Adão Villaverde faz avaliação da derrota petista

Alexandre Leboutte e Fernando Soares

MARCO QUINTANA/JC
Para Villaverde, falta de distinção entre as candidaturas foi obstáculo
Para Villaverde, falta de distinção entre as candidaturas foi obstáculo

Pouco antes das 19h, quando a apuração já indicava que a vitória de José Fortunati (PDT) à prefeitura da Capital já no primeiro turno, com cerca de 65% dos votos válidos era irreversível,  o candidato do PT, Adão Villaverde, chegou à sede municipal do partido, sabendo que amargaria a terceira colocação, com pouco menos de 10% dos votos, enquanto Manuela d’Ávila (PCdoB) atingia pouco mais de 17%. A sigla da estrela amarela, que se notabilizou por grandes bandeiraços na avenida João Pessoa, ao final de cada pleito, não juntou mais de três dezenas de militantes para receber, Villaverde, com aplausos e gritos de “olê, olê, olê, olá! Villa, Villa!”. Sorridente, o candidato petista distribui apertos de mão, à medida que avançava para o auditório, para seu pronunciamento.

Villaverde creditou ao fato das três principais candidaturas - ele, Fortunati e Manuela - integrarem a base dos governos de Tarso Genro (PT) e Dilma Rousseff (PT), uma certa “dificuldade”, para o eleitor, de perceber diferenças entre elas. “Este resultado expressa uma característica que localiza um campo de relações políticas de sustentação dos governos estadual e federal, embora tenhamos diferenças de projeto”, avaliou.

Os líderes petistas evitaram fazer uma análise um pouco mais profunda do resultado. “O partido fará sua avaliação posterior”, repetiu Villaverde várias vezes. A ministra Maria do Rosário reforçou a tese sobre as candidaturas da base dos governos estadual e federal, e também evitou fazer uma avaliação mais pormenorizada.

Ainda pela manhã, o presidente da sigla no Estado, Raul Pont reconhecia a dificuldade em conduzir a eleição ao segundo turno. “Entre os três principais candidatos, Villaverde é o menos conhecido na cidade, ainda que ele seja um militante histórico nosso e tivesse atuação no governo estadual. Nesse aspecto, ele saiu prejudicado”, afirmou. Mesmo com o resultado adverso, o dirigente acredita que o PT tomou a decisão correta em manter uma candidatura própria. “Fortunati (ex-PT) foi meu vice na prefeitura, mas a candidatura dele é um conjunto de forças onde estão entrincheirados alguns inimigos nossos, como DEM e PP.”

Para o vereador e presidente do PT em Porto Alegre, Adeli Sell, essa foi a eleição mais difícil para o partido na Capital. “A gente viu que Porto Alegre estava polarizada em duas candidaturas e nós entramos no meio, mas não conseguimos criar uma terceira via forte.”

COMENTÁRIOS
Hartmann - 08/10/2012 - 08h23
Porto Alegre cresceu, não se elegem mais corruptos como os petistas...


Jorge Thomas -
08/10/2012 - 08h29
O ilustre Raul Pont, continua o mesmo, enxerga "inimigos" naqueles que sustentam a coligação nacional. Quando irá aprender que o "leite" um dia acaba ? Eles PT, DEM E TANTOS OUTROS estão integrados na Estado e na Nação, mas este douto "senhor da razão" os tem no plano municipal como inimigos ? Senhor Pont, leite derramado azeda, salvo se imediatamente higienizado o ambiente. consertem as entranhas e mantenham coerência é o mínimo que posso sugerir.


Tiago Kern -
08/10/2012 - 17h31
Cuidado com a vírgula, pessoal do JC. Há erros no texto.

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