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ELEIÇÕES 2012 Notícia da edição impressa de 02/10/2012

Marina Silva reforça apoio a Villaverde em Porto Alegre

Alexandre Leboutte

MARCO QUINTANA/JC
Adão Villaverde fez panfletagem pelas ruas acompanhado da ex-senadora
Adão Villaverde fez panfletagem pelas ruas acompanhado da ex-senadora

Dona de uma popularidade que lhe rendeu a terceira maior votação à presidência da República, em 2010, alcançando 18% dos votos em Porto Alegre, a ex-senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva - sem partido - realizou uma caminhada pelo Centro da Capital em companhia do candidato petista, Adão Villaverde, de seu vice, Arlindo Bonete (PR) e de militantes e candidatos a vereador - que não chegava a 50 pessoas.
A caminhada - que chegou a estar ameaçada pela chuva - saiu por volta das 14h30min da frente do largo Glênio Peres e foi até o camelódromo, pela rua Voluntários da Pátria, retornando novamente ao Mercado Público, onde Marina parou para beber chá, enquanto Villaverde saboreava um cafezinho.

Mais popular do que o candidato petista, Marina foi parada várias vezes ao longo do trajeto para receber beijos, abraços e palavras de carinho. Muitos pediam para tirar fotos com ela. Alguns faziam apelos: “Não vende tua consciência, Marina!”, gritou várias vezes um homem que toma um café na parte externa do Mercado. “Nós não vendemos”, respondeu Villaverde, que também recebeu abraços e apertos de mão, enquanto os militantes distribuíam material de campanha.

A um jovem que se aproximou na caminhada, Marina sugeriu “olhar para as pessoas”. “Eu não me fixo mais em partidos”, explicou, dizendo que o importante são as propostas que o candidato defende e seu histórico.

Já de volta ao Mercado Público, Marina falou que estava apoiando candidatos de diferentes partidos, em várias cidades. “Hoje eu estou em um movimento que é transpartidário. Aqui em Porto Alegre, eu apoio o Villa (apelido de Villaverde), pelo programa e pelo testemunho de vida dele. Em Belém, estou apoiando o Edimilson (Rodrigues), do P-Sol, pelo programa e pelo testemunho de vida. Em Manaus, eu apoio o Serafim (Corrêa), do PSB, pelo programa e pelo testemunho de vida”, enfatizou, observando que não apoia candidaturas em cidades onde a disputa estaria “nacionalizada”, citando São Paulo e Rio de Janeiro. “Quando já estão discutindo 2014, eu fico afastada”, justificou.

A ex-ministra defendeu que a democracia brasileira estaria sofrendo uma “mutação”, em que “movimentos autônomos” seriam os novos catalizadores das mudanças sociais. “Hoje a gente trabalha mais na perspectiva de projeto, de visão de mundo, em uma comunidade de pensamento. A lógica partidária está se desconstruindo com as redes sociais. Está surgindo uma militância autoral, em que as pessoas se envolvem muito mais pelas ideias, do que pelas siglas”, observou.

Perguntada se seria candidata em 2014, afirmou que está refletindo sobre a possibilidade, mas que ainda não sabe, e que está, no momento, apoiando candidaturas municipais identificadas com o “legado da sustentabilidade”, que sua candidatura à presidência teria deixado em 2010.

Ao justificar o porquê de não apoiar Manuela d’Ávila (PCdoB), Marina afirmou que é preciso reconhecer que o PCdoB deu uma grande contribuição para a democracia brasileira, mas ponderou que o relatório elaborado pelo hoje ministro do Esporte, Aldo Rebelo (PCdoB), quando exercia o mandato de deputado federal, “destruiu o Código Florestal”, dizendo, ainda, que Rebelo foi o “principal articulador da liberação dos transgênicos”.

Villaverde afirmou estar honrado pelo “apoio programático e de conteúdo” oferecido por Marina, dizendo que o movimento ambientalista liderado pela ex-ministra tem identidade com questões defendidas pela candidatura petista para a Capital.

Um fato curioso aconteceu durante a caminhada, quando o grupo entrou em uma ferragem, na rua Voluntários da Pátria. Depois de conversar com o gerente e perguntar sobre equipamentos expostos, Marina pediu para ver uma pequena serra elétrica, modelo tico-tico. Solicitou que fosse ligada - “para saber se era muito barulhenta” - e perguntou o preço. “É para cortar sementes de jarina - uma palmeira amazônica. Gosto de fazer colares com elas”, explicou.

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