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FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE
de 31 de outubro a 16 de novembro de 2014

06/11/2014 - 15h26min

Poesia de Charles Bukowski vira música na Feira do Livro

João Vicente Ribas

CLAITON DORNELLES/JC
Santos musicou poemas do autor norte-americano
Santos musicou poemas do autor norte-americano

O norte-americano Charles Bukowski é conhecido principalmente por seus contos e romances. Mas a maior parte de sua produção é poética. Atento a esse lado do escritor, o gaúcho Marcelo Santos começou a musicar os poemas que mais gosta. A primeira vez que este trabalho veio a público foi na terça-feira passada na Tenda de Pasárgada, palco montado no centro da Feira do Livro.

Chamado Poemúsicas do véio safado, o pocket-show revelou um pouco da identidade do escritor, que costumava escrever sobre mulheres e bebidas. Santos considera Bukowski um clássico, daqueles que sempre se pode reler e descobrir coisas novas. O músico gosta do seu estilo livre de regras gramaticais e da visão do cotidiano diferente, triste, angustiante e ao mesmo tempo terna. “Ele tem todas aquelas regras de escrita, que chamava de mecanismos, e consegue prender o leitor muito bem; mas de forma despretensiosa”, afirma.

Santos apresentou sete músicas que compôs neste ano, acompanhado do violonista Roger Veeck. Tentando encaixar a proposta dos poemas com as melodias, o músico bebeu na fonte do blues, do folk e das baladas. O estilo é uma novidade para o compositor, que costuma tocar heavy metal na banda Torvo, de Campo Bom. Uma questão desafiadora foi trabalhar em cima de poemas sem métrica própria para música. De alguma forma, sua inspiração foi Vitor Ramil, que musicou Jorge Luis Borges e João da Cunha Vargas.

Em alguns textos, Bukowski criticava poemas que os amigos vinham lhe mostrar. Mesmo ciente do elevado nível de exigência do escritor, já morto, o jovem compositor gaúcho não teve receio em estabelecer esta parceria musical. Acredita que sua atitude está à altura do imaginário criado pelo véio safado. “Ele poderia não gostar, mas eu diria: problema é teu, véio”, imagina.

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