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FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE
de 31 de outubro a 16 de novembro de 2014

Notícia da edição impressa de 06/11/2014

Sérgio Vaz: poesia de boteco e de sarau

Rafael Gloria

CLAITON DORNELLES/JC
Sérgio Vaz produz saraus em comunidades de São Paulo
Sérgio Vaz produz saraus em comunidades de São Paulo

Há mais de dez anos, Sérgio Vaz mantém o Sarau da Cooperifa (Cooperativa Cultural da Periferia), no qual promove um encontro para falar e cantar poesia na periferia de São Paulo. Lá, muitas donas de casa, professores, empregadas domésticas, estudantes, aposentados, operários, enfim, gente da comunidade se reúne e apresenta, livremente, os próprios versos. Representante da literatura marginal, o poeta esteve presente em várias atividades na Feira do Livro de Porto Alegre. Entre elas, coordenou um sarau poético, no qual mostrou parte do seu trabalho.

Para Vaz, Porto Alegre está “de braços abertos para a poesia” e tem uma relação muito forte com a literatura, fomentando o encontro de alunos de escolas públicas com as atividades da Feira do Livro. “Bati um papo com a gurizada sobre o projeto Poesia contra a violência, que é quase uma mediação de conflito e que realizo em São Paulo”, explica Vaz. A iniciativa pretender incentivar a leitura e a literatura nas comunidades.

No Rio Grande do Sul, Vaz visitou escolas da Vila Cruzeiro do Sul, assim como colégios de Alvorada e de Canoas. “Percebi na Feira muito movimento dos moleques da vila, das periferias, frequentando os debates, acho importante chegar nessa parcela da população. Em São Paulo seria R$ 20,00 para entrar mais R$ 30,00 em estacionamento”, explica, prevendo que, provavelmente, evento similar  seriao realizado em local fechadona capital paulista.

Os primeiros livros de Vaz resultaram de edições independentes. Ele foi publicado por uma editora somente em 2007, com Colecionador de pedras. Em janeiro, lança o seu próximo livro de poesias, intitulado Flores de alvenaria. A publicação trará um tema recorrente em sua obra: aqueles que vivem à margem da sociedade. Sobre seu processo de escrita, Vaz conta que gosta bastante de andar pelas ruas. “Tem gente que diz que acorda inspirada, eu acordo descansado. Escrever é trabalho mesmo, transpiração”, acredita. Além da literatura, ele produz para jornal, site e revistas.

Dos autores gaúchos, o poeta Sérgio Vaz gosta principalmente de Mario Quintana. “Eu estava em um boteco há pouco e tinha uma frase dele que achei o máximo, cara. É bom ver que a cidade se apropria da literatura dessa forma”, diz. Mantém também um contato com Fabrício Carpinejar, o qual considera um grande camarada. Mas, para ele, Quintana é o melhor. “Imagina um dia eu chegar na minha quebrada e ter uma frase minha escrita como a dele. Será o ápice”, imagina ele.

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