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FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE | De 1º a 17 de novembro de 2014.

Notícia da edição impressa de 12/11/2013

“O Brasil poderia ser o melhor país do mundo”, diz Mino Carta

Henrique Coradini

MARIANA FONTOURA/JC
Mino Carta (d) conversou sobre história do Brasil com Ruy Carlos Ostermann
Mino Carta (d) conversou sobre história do Brasil com Ruy Carlos Ostermann

Ilustre figura do jornalismo brasileiro, Mino Carta compareceu à Feira do Livro para promover seu mais novo trabalho, O Brasil, livro que mistura personagens fictícios com fatos históricos para contar parte do jornalismo realizado no País nos últimos anos. O texto abrange o período do governo de Getulio Vargas até o fim da ditadura. O bate-papo teve mediação de Ruy Carlos Ostermann.

“O Brasil poderia ser o melhor país do mundo”, alertou Carta, atualmente diretor de redação da revista Carta Capital. Para ele, nenhuma outra nação no mundo conta com uma riqueza natural tão grande. O Brasil passava por um lento processo de evolução social, segundo ele, interrompido pelo golpe civil-militar de 1964. “Dizer que a ditadura foi militar é um erro grave”, avisa, ressaltando que houve, sim, participação de setores da sociedade civil. Conforme Carta, apesar de considerar Vargas um ditador, a cartilha trabalhista de 1943 mudou toda a dinâmica no Brasil. “Getulio foi um obstáculo a uma minoria riquíssima”, relembrou. A morte dele, para Carta, lançou a semente do golpe de 1964.

O jornalista ainda vê indícios de ditadura no Brasil - insuficientes, claro, para um novo golpe. “Não verei o dia em que viveremos um País mais igualitário”, lamentou, ressaltando aspectos que considera positivos. “O Bolsa Família é um sistema elogiado em outros países. Muitos, inclusive, o estão imitando”, destacou.

Sem medo de polêmicas, o veterano afirmou que “Lula foi pouco, mas melhor que nada”, que “Jânio era um bebum. Foi meu professor de geografia e, com frequência, aparecia bêbado na aula”.  Sobre Juscelino Kubitscheck, disse que “vendeu o Brasil para os carros quando todos sabiam que a ferrovia era a melhor opção”. Mas é para o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que sobra a artilharia mais pesada. “É um bom político ao seu modo: matreiro, hipócrita, capaz de cometer alguns crimes.”

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