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FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE | De 1º a 17 de novembro de 2014.

09/11/2013 - 00h01min

Redescobrindo o Partenon Literário

Rafael Glória

MARIANA FONTOURA/JC
Sociedade Partenon Literária na Feira do Livro
Sociedade Partenon Literária na Feira do Livro

Em uma época em que Porto Alegre era diferente da que como conhecemos, uma sociedade que reunia alguns dos maiores intelectuais e escritores da época foi responsável por organizar e movimentar o sistema cultural da cidade. Era a Sociedade Partenon Literário, que foi fundada em 18 de junho de 1868 e reativada no final da década de noventa e, desde então, se mantém ativa. Eles conversaram com o público da Feira do Livro nessa sexta-feira (8) em um bate papo que procurou apresentar a história da instituição e algumas das suas atividades atualmente. 

"Na época, Porto Alegre tinha cinco jornais que apenas divulgavam assuntos de caráter político", explica Serafim de Lima, presidente de honra da sociedade. Um grupo liderado por Apolinário Porto Alegre, Caldre e Fião, Aurélio Bitencourt resolveu se reunir para fazer reuniões culturais. Havia poucas universidades e bibliotecas, logo o grupo apostou na criação de uma biblioteca e em aulas gratuitas no período da noite. A data da Sociedade é anterior, por exemplo, à criação da Academia Brasileira de Letras, em 1897, e da Academia Rio-Grandense de Letras, em 1901.

Para Serafim, os autores do Partenon Literário já escreviam sobre o gaúcho antes de Simões Lopes Neto. "Em suas obras, eles nos constituíram os primeiros passos do regionalismo". Escritores como Caldre e Fião, com os livros A Divina Pastora e O Corsário já antecipavam trejeitos e traços do gaúcho. O Vaqueano, de Apolinário Porto Alegre, também seria um dos percussores literários do gaúcho. Grande advento também da Sociedade foi a criação da revista do Partenon Literário que circulava não só pela capital, mas também pelas principais cidades do inteior, ajudando a formar um sistema literário cultural do Rio Grande do Sul. As revistas estão atualmente na Biblioteca da Pucrs.

A primeira fase do Partenon durou cerca de 20 anos, segundo Serafim data do último registro de suas atividades Em 1997, uma nova geração de intelectuais decidiu retomar a instituição. Eles estão em busca de uma nova sede, enquanto isso mantém a sede administrativa na rua Plácido de Castro na Azenha. Benedito Saldanha, atual presidente da instituição, disse que há negociações com o governo estadual para uma possível sede. "Talvez haja um espaço na zona sul, já é uma possibilidade". 

A agremiaçao conta com um novo hino, inspirado nas glórias da instituição. A letra foi trabalhada por Carlos Rampanelli, que estava presente no bate papo, e Antônio Frizon na música e arranjos. A sociedade foi um espaço importante para lutas republicanas e também para causas feministas, principalmente na figura de Luciana de Abreu. Uma parte da nossa história para ser mantida e celebrada. 

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