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FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE | De 1º a 17 de novembro de 2014.

06/11/2013 - 19h19min

Grupo aposta em criação literária coletiva

Rafael Gloria

MARIANA FONTOURA/JC
Os seis escritores se reuniram na Feira para discutir o processo de criação coletiva
Os seis escritores se reuniram na Feira para discutir o processo de criação coletiva

A criação literária costuma ser uma função solitária. Muitas vezes o escritor é imaginado como um ser que trabalha sem a companhia de outros agentes, isolado em seu quarto. Um grupo, entretanto, vai contra essa corrente, apostando na produção literária coletiva. E que está dando certo: já estão lançando o segundo livro, intitulado O que coube na mochila, que teve sessão de autógrafos e uma roda de conversa nesta quarta-feira (6) na Feira do Livro de Porto Alegre. 

Formado por seis integrantes, sendo eles os escritores Carlos Urbim, Sergio Napp, Luiz Paulo Faccioli, Lu Thomé, Christina Dias e Airton Cruz, o grupo teve que aprender a afastar o ego, porque, se para um escritor já é difícil mexerem em seu texto, imagina seis."No começo foi tudo bem complicado, mas com o tempo a amizade foi crescendo e esse foi um dos fatores mais importantes para o projeto estar dando certo", revela Airton Ortiz.

Já faz sete anos que os escritores se reuniram para uma ideia que nasceu com a proposta de ser uma cooperativa a partir da reunião de Christina Dias e a assessora literária e 'sétima' (ela faz uma leitura avaliativa dos livros) integrante Noia Kern. "Com o tempo, chegamos a conclusão que não daria para se realizar a cooperativa, mas conseguimos juntar um grupo que se animou em fazer um livro em conjunto para publico juvenil, que tem uma carência de obras, explica Christina. 

Carlos Urbim se interessou pelo projeto, porque além de ter familiaridade com esse público, queria trabalhar coletivamente os textos. "Às vezes eu chegava, digamos, com dez linhas e ficava apenas com uma", revela. Para ele, todo esse processo o ajudou a melhorar as suas obras individuais. O processo acontecia em reuniões semanais ou quinzenais e guiados, a princípio, por um roteiro com as linhas gerais da obra.

Todos eles discutiam o caminho dos textos e a evolução dos seus personagens. De fato, talvez ajude que cada um normalmente seja responsável pela criação de um personagem, que ao longo da obra se encontram. Entretanto tudo poder mudar, como aconteceu no processo de criação de O que coube na mochila, que durou cerca de três anos. Durante a sua concepção, a obra que se passa na Amazônia, acabou também ganhando uma parte em Paris, na França - evidenciando o caráter fluido da proposta.

O livro conseguiu ser uma obra plural, segundo Ortiz. "Esse texto é tão coletivo que não me sinto autor do livro", acredita. Napp concorda e afirma que as decisões, caso não houvesse uma unanimidade, eram tomadas de forma democrática. "Para que ninguém se mate, a gente resolve votar as coisas antes", brinca. A sede dos encontros é na casa de Luiz Paulo Faccioli, que também mediou a conversa animada do grupo. "Chegamos a um nível de confiança onde podemos trocar um verbo ou uma palavra, se for para melhor, e não há reclamação por parte do outro", acredita Faccioli. Parece que a amizade e a força do grupo só continua, pois já está em produção o próximo livro. 

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