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FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE | De 1º a 17 de novembro de 2014.

03/11/2013 - 19h37min

Iotti comemora 30 anos de Radicci

Rafael Gloria

MARIANA FONTOURA/JC
O cartunista Iotti que antes era Guilhermino e agora é Radicci
O cartunista Iotti que antes era Guilhermino e agora é Radicci

Criador do colono Radicci, um dos personagens mais icônicos dos quadrinhos do Rio Grande do Sul, Iotti autografou neste domingo (3 na Feira do Livro de Porto Alegre o livro Radicci - 30 anos uma compilação das "menos piores tiras", como ele, brincalhão, explica, publicadas ao longo do tempo em jornais.

"30 anos! Nunca imaginaria", comenta um surpreso Iotti.  

Parte do sucesso ele credita à identificação dos trejeitos do personagem com pessoas do cotidiano. "Muita gente me para na rua dizendo que o pai deles é igual ao Radicci, ou o dono da fruteira que é parecido. A realidade é que tem gringo em todo lugar!", explica.

Influenciado pela própria história de vida, Iotti é Guilhermino na tirinha, filho de Radicci."Quando eu criei o Guilhermino, ele era o meu alter ego, eu estudava jornalismo em Porto Alegre, eu morava no Bom Fim, tinha cabelo comprido na época.", diz.

Agora, entretanto, ele afirma que está cada vez mais parecido com o Radicci."Tanto que eu tenho um filho que agora estuda jornalismo e que diz que sou reaça por algumas das minhas opiniões! Coisa que trinta anos atrás era inconcebível para mim", revela.

Para o desenhista e jornalista, é perceptível a mudança no traço ao longo do desse tempo, deixando ele mais arredondado, para ser feito mais rapidamente - já que não é fácil criar uma tirinha todo dia. "É um trabalho de 'sedimentação', cada dia colocar uma tirinha, um tijolinho".

Na cultura gaúcha, entretanto, Iotti acredita que Radicci ajudou a diminuir uma espécie de reserva por se assumir da colônia."Atualmente, e acho que talvez o Radicci tenha ajudado nisso, se exorcizou essa vergonha. Hoje não se tem mais receio de dizer que é colono, que é gringo, que fala 'era' ou 'ere'", acredita.

Além dos quadrinhos, Iotti também se aventurou em outras áreas, tem uma rádio na internet, onde só toca "música boa", como ele diz, e até se arriscou no stand-up. "Isso no meu tempo se chamava picaretagem, mas agora é multimídia. A gente faz o que dá! Na nossa rádio não toca pagode ou sertanejo. Tem um programa só de Blues, inclusive, é o que a gente gosta".

Publicado em cinco jornais dos três estados do Sul, Radicci também entrou na era 2.0: tem uma página no Facebook, com 97 mil curtidas. É a modernização da colônia. 

As tiras do Radicci são publicadas em cinco jornais. REPRODUÇÃO FACEBOOK/JC
COMENTÁRIOS
Maria Rouxilana Antonio Trentin(Rouxy) - 04/11/2013 - 18h56
Parabéns e muitas Felicidades e muito humor sempre!
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