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FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE | De 1º a 17 de novembro de 2014.

Notícia da edição impressa de 01/11/2013

Feira do Livro será menor, mas promete manter a qualidade

MARCO QUINTANA/JC
Mesmo com a feira em espaço menor, Osvaldo Santucci demonstra otimismo
Mesmo com a feira em espaço menor, Osvaldo Santucci demonstra otimismo

“Parece sempre a primeira vez.” Essa é a impressão do presidente da Câmara Rio-Grandense do Livro (CRL), Osvaldo Santucci Junior, sobre o evento organizado pela entidade que dirige e na qual atua desde 2004. Em meio a reuniões para acerto dos últimos detalhes, Santucci mostra-se otimista quanto ao sucesso da 59ª Feira do Livro de Porto Alegre, ainda que lamente a compactação do espaço físico causada pelo início das obras do Cais Mauá. “Nossa grande preocupação é não perder a qualidade”, garante. Com a alteração, a área infantojuvenil será uma das mais afetadas, tendo o número de bancas diminuídas de 32 para nove.

No total, são 104 expositores na área geral e 12 na área internacional. A Casa do Pensamento está localizada na rua Capitão Montanha, entre o Banrisul e o Margs. Serão utilizados para atividades, também, os auditórios da Livraria Paulinas e da Faculdade Monteiro Lobato (ambas na Rua dos Andradas). A Área Internacional fica entre o Memorial e o Margs. Haverá, ainda, programações no Santander Cultural e no Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, como forma de minimizar a redução de espaço com a interdição do Cais do Porto.

O total de livros vendidos na feira, número que caiu na edição passada, deve ser relativizado, segundo o presidente da Câmara do Livro. Isso porque o número depende de lançamentos de obras ou do que cada expositor leva, por exemplo. Uma das preocupações é, na verdade, garantir uma diversidade de títulos. Ainda que não seja uma prioridade, para este ano há a expectativa de se atingir uma boa marca, pois o evento irá abranger o feriadão de Proclamação da República, em 15 de novembro, data em que o público costuma comparecer em grande escala.

Se o mais importante não é vender livros, então o que é? Para Santucci, é a formação do público leitor. A feira atrai quem já lê, consumidor esse que acaba trazendo aqueles que ainda não têm o hábito. Os eventos realizados no Interior do Estado, avalia, também têm ajudado a disseminar a paixão pelas letras. “Quem vem à praça vê rodas e rodas de autores gaúchos. Quem não gosta de conhecer o escritor que leu?”, alega.

No último ano como presidente da Câmara do Livro (a gestão compreende o biênio 2012/2013) e com a Feira do Livro quase sexagenária, Santucci pondera que algumas dificuldades, como a obtenção de patrocínios, já poderiam ter sido superadas. “O principal desafio continua sendo fazer determinados setores compreenderem a importância da cultura”, constata. O orçamento, que hoje gira em torno de R$ 2,4 milhões, vem diminuindo a cada ano. Uma das causas, aponta, seria a retenção de verbas destinadas ao setor em função do direcionamento dos recursos para a Copa do Mundo de 2014.

Osvaldo Santucci sustenta que a base das mudanças que o povo vem exigindo - inclusive nas manifestações que se espalharam pelas ruas do Brasil recentemente - deveria passar por mais políticas de investimento na cultura. “Por que não, então, apoios mais constantes à feira, que já é conhecida mundialmente?”, questiona. E completa: “Ora, se a cultura é importante, deveria ser dado apoio a quem está disposto a fazer algo pela área”.

Se a literatura permite sonhar alto, o homem por trás da Feira do Livro de Porto Alegre conta que, se pudesse, gostaria de ver no evento um de seus escritores preferidos, o colombiano Gabriel García Marquez: “Outros já tentaram trazê-lo, parece que ele não anda muito bem de saúde, mas com certeza seria um marco para a cidade”. Sobre o futuro da feira, a expectativa é de que continue crescendo, sempre com qualidade. “Tomara que um dia tenhamos que falar com o prefeito para fazermos um mezanino na praça, ou ainda um subsolo, com uma estação de metrô”, brinca.

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