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Notícia da edição impressa de 13/02/2012

4G contra o relógio

MARCELO G. RIBEIRO/JC
Insatisfeita com sinal dos modens 3G, Thais aguarda chegada da quarta geração
Insatisfeita com sinal dos modens 3G, Thais aguarda chegada da quarta geração

O aumento da demanda dos usuários por internet móvel cada vez mais rápida e a aproximação da Copa do Mundo de 2014 aumentam a pressão para que governo e companhias telefônicas acelerem a chegada da telefonia 4G no Brasil.

A nova tecnologia promete levar os serviços de telecomunicações brasileiros a um novo estágio, ampliando as velocidades disponíveis para acesso à rede via smartphones, celulares, tablets e modems.

A melhoria do serviço é aguardada por profissionais como a relações-públicas Thais Kapp, diretora-executiva da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) no Rio Grande do Sul. Precisando de internet móvel para não ficar desconectada enquanto visitava clientes, ela contratou um serviço de internet 3G (com modem) no início de 2010.

Insatisfeita com a instabilidade do sinal, ela acabou cancelando o serviço, ficando apenas com a conexão do smarthphone para e-mails e redes sociais. No entanto, ela admite voltar a ter um modem de internet móvel com a chegada de novas tecnologias. “Com certeza voltaria”, conta Thais, que sente falta de uma internet mais rápida mesmo para uso da rede no telefone.

O descontentamento de usuários como Thais pode ser solucionado até metade do ano que vem, quando deve começar a comercialização de planos de dados de 4G no Brasil, desde que o governo federal consiga cumprir o calendário de leilões das faixas de frequência para a tecnologia.

O leilão está previsto para o dia 30 de abril. Antes disso, o órgão abriu consulta pública de 30 dias sobre a proposta de edital de licitação das faixas de 2,5 GHz, aprovada no final de janeiro pelo Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A consulta, que vai até o dia 26, vai permitir à sociedade se manifestar a respeito do assunto.

O presidente da consultoria Teleco, Eduardo Tude, ressalta a importância da confirmação do leilão para abril, a fim de garantir a entrada em operação na metade de 2013. Isso porque as companhias precisariam de pelo menos um ano para colocar os serviços em funcionamento.

As empresas que vencerem o leilão das faixas voltadas para a quarta geração dos serviços móveis deverão usar nessas redes pelo menos 60% dos equipamentos produzidos no País. O edital será o primeiro na história da Agência a trazer exigências de conteúdo local na implantação de uma nova faixa de frequência.

Corrida para a Copa

Pensando nos grandes eventos esportivos que o País receberá nos próximos anos, a proposta de edital de licitação das frequências 4G estabelece datas para a entrada em operação do serviço. Para as cidades-sede da Copa das Confederações de 2013, a tecnologia 4G deve ser oferecida até 31 de maio do mesmo ano. Nas sedes e subsedes da Copa do Mundo, como Porto Alegre, até 31 de dezembro de 2013.

As capitais dos estados e os municípios com mais de 500 mil habitantes, além do Distrito Federal, devem receber a tecnologia até 31 de maio de 2014. O cronograma para as cidades com mais de 100 mil habitantes, que não se enquadram nas categorias acima, prevê a chegada da tecnologia até dezembro de 2015 e, naquelas entre 30 mil e 100 mil habitantes, até o fim de 2017.

Segundo o conselheiro relator da proposta, Rodrigo Zerbone, a tecnologia 4G pode ter velocidade até dez vezes maior que a 3G, e as metas para a entrada em operação nas cidades-sede devem diminuir o risco de congestionamento da rede, principalmente durante as competições, que atrairão muitos turistas e jornalistas. “Temos preocupação em disponibilizar mais velocidade de acesso e em diminuir a possibilidade de congestionamento da rede”, afirma Zerbone.

Atualmente, apenas três países na América do Sul - Uruguai, Colômbia e Brasil - contam com redes comerciais 4G, segundo Erasmo Rojas, diretor para América Latina e Caribe da 4G Américas. No País, apenas a Sky oferece banda larga 4G e, por enquanto, somente em Brasília. O sinal é transmitido pela faixa 2,5GHz, para a qual a Sky já tem licença para televisão.

As frequências de 2,5 GHz têm maior custo de implantação em relação a frequências mais baixas, mas têm maior capacidade de transmissão. Rojas acrescenta que outras tecnologias devem atender à demanda extra por comunicação de dados trazida pela Copa do Mundo. Isso porque as redes 3G estão sendo incrementadas pela tecnologia HSPA+, conhecida como 3,5G.

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