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Notícia da edição impressa de 13/02/2012

Telefonia móvel, sinal de força

MARCELLO CASAL JR/ABR/jc
Densidade é recorde, com 123,87 linhas para cada 100 habitantes
Densidade é recorde, com 123,87 linhas para cada 100 habitantes

O mercado brasileiro de telefonia móvel manteve o fôlego em 2011. Depois de superar a marca de 200 milhões de linhas em 2010, o setor encerrou o ano passado com 242,2 milhões de acessos ativos. O crescimento foi de 19,36%, com a densidade recorde de 123,87 linhas para cada 100 habitantes.

Ultrapassar a marca de um telefone por pessoa não representa um obstáculo para o crescimento do mercado, na avaliação de Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco. “Essa barreira, em nível mundial, já se mostrou inexistente. Há países com mais de dois celulares por pessoa”, afirma Tude, citando fenômeno que acontece inclusive no Brasil. No Distrito Federal, a densidade de linhas já é superior a duas por pessoa. São 212,21 celulares para cada 100 habitantes.

O que sustenta a perspectiva de crescimento é o fato de ser muito mais barato falar com o celular da mesma operadora, o que estimula muitos consumidores a ter mais de um chip.

As linhas de telefone pré-pagas detêm mais de 80% do mercado, cenário que deve se manter nos próximos anos. “É uma característica do consumo dos países mais pobres ter mais pré do que pós”, comenta Tude.

Com a ampliação das redes 3G, que já chegaram a mais de 2 mil municípios, os planos de dados tendem a se tornar cada vez mais importantes na concorrência entre as companhias. No entanto, esse tipo de serviço ainda tem um peso inferior a 20% na receita de serviço das empresas. “No Japão, os dados representam mais de 50%. A competição no Brasil ainda está muito centrada na voz”, compara.

Fixo no embalo dos combos

Enfrentando um crescimento tímido nos últimos anos, as operações de telefonia fixa buscam alternativas para não perder terreno no mercado de telecomunicações. O setor, que chegou a crescer 25% em 1998 e 20% em 2001, avançou pouco nos últimos anos. A expansão do número de linhas foi de apenas 1,2% em 2010 e de 1,6% entre janeiro e setembro do ano passado, levando o País à marca de 42,7 milhões de linhas.

“A tendência é a telefonia fixa ficar onde está”, observa Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco. Sem perspectiva de grande expansão, a concorrência se volta para a conquista dos clientes de outras operadoras, processo que vem sendo marcado pelo crescimento das companhias autorizadas frente às tradicionais concessionárias.

Nessa briga, as empresas apostam cada vez mais nos combos, que oferecem promoções para quem contratar mais de um serviço de uma mesma empresa. Os pacotes incluem, além do telefone, linhas de celular, TV por assinatura e acesso à internet fixo e móvel. “Os combos devem aparecer mais fortemente neste ano”, prevê Tude.

Classe C e serviços impulsionam TV por assinatura

A exemplo do que ocorre na banda larga fixa, a TV por assinatura também vive um momento de expansão puxado pela ampliação da renda da classe C e pelo crescimento da oferta de combos de serviços pelas empresas de telecomunicações.

Apenas em 2011, o setor cresceu expressivos 30,5%, chegando à marca de 12,7 milhões de acessos. O desempenho manteve a aceleração registrada em 2010, quando o setor saltou de 7,5 milhões para 9,8 milhões de acessos. A maioria dos usuários, 57,6%, é assinante de TV a cabo. Os demais utilizam sistemas com antenas.

O Rio Grande do Sul é o quarto mercado do País na TV por assinatura, com 820 mil assinantes no final do ano passado. O líder é São Paulo, com 51 milhões de acessos ativos.

Em 2012, o segmento deve ter um acirramento da concorrência, em função da nova lei nº 12.485, sancionada em setembro do ano passado, que alterou as regras para o mercado de TV por assinatura no Brasil. A lei pôs fim à restrição ao capital estrangeiro, o que limitava a oferta desses serviços por parte de empresas como Telefonica, Embratel e GVT.

Banda larga a toda velocidade

O mercado de banda larga no Brasil manteve o ritmo de crescimento em 2011, impulsionado pela economia aquecida e pelo avanço da renda da população. Até o final de setembro, o País somava 16 milhões de acessos de banda larga fixa, número 15,9% superior ao registrado no final de 2010. O crescimento, entretanto, ficou abaixo dos 21% do ano passado, conforme dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco, aponta a banda larga fixa como a “grande demanda do momento” no setor. E o crescimento desse segmento pode acelerar o aprimoramento das redes de telecomunicações no Brasil. “Vai nos levar a uma modernização da estrutura, com a instalação de redes de fibra que possam oferecer velocidades mais altas”, diz.

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