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Notícia da edição impressa de 13/02/2012

Aperte para falar

MARCELO G. RIBEIRO/JC
Carvalho adotou a linha em 2007, quando foi morar em São Paulo
Carvalho adotou a linha em 2007, quando foi morar em São Paulo

Com mais de 4 milhões de usuários no Brasil, o segmento de telefonia de serviços Push to Talk (PTT, em português, aperte para falar) foi agitado com o ingresso de um novo concorrente: a Vivo.

Dominado no Brasil pela Nextel e também operado pela Claro, este tipo de serviço é caracterizado por ligações ilimitadas entre todas as linhas do mesmo sistema e ainda a possibilidade de um usuário falar para mais de um telefone ao mesmo tempo. É semelhante ao que ocorre, por exemplo, com os rádios comuns. Quando, por exemplo, o coordenador de uma central de rádio-táxi fala, todos os que estão na mesma frequência escutam.

A líder nesse segmento no Brasil é a Nextel, que utiliza uma tecnologia de rádio de Serviço Móvel Especializado, também conhecido como trunking. É muito semelhante ao celular, mas, no Brasil, é enquadrado em outra categoria (as linhas de truking não entram na conta do número de linhas móveis no Brasil).

Já a Claro e, mais recentemente, a Vivo oferecem um sistema com o mesmo princípio de funcionamento, mas que faz uso das redes tradicionais da telefonia móvel, tecnologia conhecida como Push to Talk over Celular (PoC).

Com a utilização concentrada em empresas e algumas atividades profissionais, esta modalidade tem espaço restrito para crescer, na opinião de Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco. Isso porque é um serviço que atende a um nicho específico de clientes das operadoras.

Além disso, o principal diferencial das chamadas ilimitadas entre os telefones de um grupo perdeu um pouco o atrativo com o surgimento de planos empresariais de celular comuns que oferecem essa vantagem (ligações ilimitadas dentro da rede).

Otimista em relação ao mercado, a Nextel traça planos para fazer frente à concorrência. A empresa vai investir R$ 5,5 bilhões na qualificação da atual rede iDen (comunicação via rádio) e na criação de uma rede 3G, que começará a operar no segundo semestre de 2012, segundo Alfredo Ferrari, vice-presidente de Novos Negócios e Assuntos Corporativos da Nextel. “Ofereceremos serviços de banda larga móvel com qualidade”, afirma.

Sem revelar detalhes, o diretor regional para o Rio Grande do Sul da Claro, Maurício Perucci, também promete novidades no segmento. “Estamos avaliando novas soluções”, conta.

Ferrari acredita que o segmento ainda tem boa expectativa de expansão, o que, segundo ele, é confirmado pelo interesse do setor na comunicação via rádio. “A Nextel tem crescido, em média, 40% ao ano desde 2006, o que demonstra a perspectiva promissora do mercado de rádio”, ressalta.

Com presença mais expressiva no mercado corporativo, a Nextel ainda tem a maior parte dos seus clientes no eixo Rio-São Paulo, o que atraiu o produtor artístico gaúcho Juliano Carvalho para este tipo de telefonia. Músico, ele adquiriu uma linha PTT da companhia quando foi morar em São Paulo, em 2007, para manter o contato com contratantes de sua banda, a Formigos. De volta ao Estado, ele continuou usando o aparelho, que é bastante difundido no seu meio profissional. “Sigo usando bastante”, conta o produtor.

COMENTÁRIOS
Marcus Vinicius - 29/02/2012 - 16h59
Com um atendimento bem persolnalizado e um serviço de qualidade, a Nextel esta cada vez mais conquistando espaço aqui no Rio Grande do Sul e quem tem mais a ganhar somos nós, os consumidores.
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