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Notícia da edição impressa de 28/12/2011

Um outro olhar no Margs

FGF FOTOGRAFIAS/DIVULGAÇÃO/JC
Santander Cultural destaca a arte contemporânea gaúcha
Santander Cultural destaca a arte contemporânea gaúcha

O Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (Margs) deve produzir pelo menos quatro exposições de grande envergadura no ano que vem, embora nenhuma delas esteja plenamente confirmada. Uma das mais significativas é a exposição com título provisório de O cheiro da arte. A mostra irá introduzir aspectos da produção moderna e contemporânea brasileira que desafiam os cânones estabelecidos ao privilegiar manifestações antioculares, através do desdobramento de questões relativas ao cheiro. “É importante salientar que nem todas as obras que estiverem na exposição terão cheiro, mas de alguma maneira as obras vão discutir esta questão”, afirma o diretor do Margs, Gaudêncio Fidelis.

Integra a mostra, por exemplo, uma obra de Estevão da Silva, segundo Fidelis, “um pintor extraordinário, mas ainda pouco valorizado”.  Ele pintou naturezas-mortas e quando as exibia colocava frutas frescas atrás dos quadros para impressionar o espectador, provocando um estreitamento entre o olhar e o olfato, “um aspecto da percepção que foi banido pela modernidade no que se refere à produção moderna e ao contexto museológico”, defende o diretor do museu.

Outro exemplo é Hélio Oiticica, com seus experimentos olfáticos e relacionados à cor que estreitaram a relação entre arte e vida. A lista não está definida, mas a exposição deverá percorrer meados do século XIX até a contemporaneidade e contará com nomes como Antonieta Feio, Lygia Clark, José Leonilson, Arthur Bispo do Rosário, Nuno Ramos, Michael Chapman, Lygia Pape e Cildo Meireles, entre outros.

Dos pagos para as paredes

O carro-chefe do Santander Cultural no próximo ano será a arte contemporânea gaúcha. O calendário de exposições abre com a mostra MAC RS 20 anos - o triunfo da arte contemporânea, comemorativa aos 20 anos do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MAC-RS).

Com inauguração prevista para o dia 6 de março, a exposição apresenta a história do museu, assim como as obras do acervo e novas aquisições. Mais do que isso, a mostra propõe mobilizar a sociedade para a criação de um espaço permanente para o MAC, além de promover a restauração de parte do seu acervo.

O museu foi fundado por Gaudêncio Fidelis em 1991 - curador da exposição do Santander -, e nunca teve, de fato, uma sede própria, ocupando salas no Centro Cultural CEEE Erico Verissimo e na Casa de Cultura Mario Quintana - onde está atualmente. Durante estas duas décadas, algumas ideias surgiram, como transferir o MAC para o Cais do Porto ou, ainda, para o antigo prédio da Mesbla, no Centro. Nada de concreto ocorreu, no entanto.

Dentro da proposta de valorização da arte contemporânea do Estado, o Santander Cultural promove também o projeto RS Contemporâneo, que apresenta, na sua primeira edição, exposições dos artistas Rochele Zandavalli, Rafael Pagatini e Nara Amélia Melo, com curadoria de especialistas de outros estados. Para Carlos Trevi, coordenador-geral das unidades culturais do Santander, a proposta para 2012 “é valorizar a arte contemporânea local, com diferentes referências, estágios e vertentes. É hora de virar os holofotes para trabalhos de artistas gaúchos”.

IBERÊ - A Fundação Iberê Camargo irá trazer em 2012 obras de nomes consagrados no universo da arte. Estão na lista José Leonílson, Ione Saladanha, Tomie Ohtake e Waltércio Caldas, além, é claro, da produção do próprio Iberê Camargo. Também integram o calendário de exposições da instituição obras de artistas ligados à arte povera - movimento artístico italiano que se desenvolveu na segunda metade da década de 1960, quando os adeptos usavam materiais de pintura não convencionais com o intuito de empobrecer a pintura e eliminar quaisquer barreiras entre a arte e o cotidiano das pessoas.

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