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Notícia da edição impressa de 28/12/2011

Acessos asfálticos para municípios são prioridade

ANA PAULA APRATO/JC
Duplicação da RS-470, na Serra, começa a sair do papel no segundo semestre
Duplicação da RS-470, na Serra, começa a sair do papel no segundo semestre

O secretário de Infraestrutura e Logística do Estado, Beto Albuquerque, aponta como grande prioridade para o ano de 2012, os chamados acessos municipais. Outro foco da atual gestão para o decorrer do segundo ano de mandato é o início da duplicação de importantes rodovias do Estado. Contratos de restauração e manutenção também estão sendo planejados para o primeiro semestre do ano que vem.

O PT assumiu o governo com 104 municípios sem acesso asfáltico, dos quais 46 estão com obras em andamento. A projeção é de incorporar 30 novos acessos, totalizando 66 obras no próximo ano. Até o fim deste mês, dez vias deverão ser entregues. “O processo está dentro do nosso cronograma e é uma dívida que o Rio Grande do Sul tem com cerca de 900 mil gaúchos que, a vida toda, para entrar e sair das suas cidades, tiveram que amassar barro e respirar poeira”, observa Albuquerque.

O programa Acesso Asfáltico está alicerçado em um financiamento do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes), que foi elaborado por Tarso Genro antes mesmo de sua posse, projetando a liberação de recursos para o início de 2012. Ao todo serão R$ 600 milhões.

Outros projetos que devem ter continuidade são referentes a 13 obras inter-regionais. São projetos antigos que se arrastaram por muitos anos, como as ligações entre São Lourenço do Sul e Canguçu (RS-265), Santo Ângelo e Catuípe (RS-218), Bom Jesus e Várzea do Cedro (RS-110). Questionado sobre qual o motivo da interrupção, o secretário acredita que a cada mudança de governo, um não quer dar continuidade ao projeto do outro. “Uma obra como a estrada que liga os municípios de Cachoeira do Sul e Rio Pardo (RS-403), que foi contratada há 20 anos, não ter sido feita até hoje, é porque no lugar dela foram feitas outras. Nós definimos as nossas prioridades e fomos atrás de atender a estas obras em atraso”, prioriza Albuquerque.

Outro exemplo recordado pelo secretário é o da RSC-471, ligando o Norte do Estado e o Planalto Médio ao Porto do Rio Grande, passando pelo Vale do Rio Pardo. A estrada chegou a ser inaugurada pela ex-governadora Yeda Crusius, mas, segundo o secretário, ficaram para trás R$ 20 milhões em acabamentos. “Inclusive é uma obra que está sendo avaliada em virtude de falhas no pavimento. Foi inaugurada sem sinalização completa e sem guard rail. Ou seja, o cara fez a festa e deixou grande parte da conta para outro pagar”, ironiza. Conforme Albuquerque, em 2011, metade do orçamento - cerca de R$ 150 milhões - foi utilizada para quitar dívidas não pagas pelo governo anterior.

A duplicação da RS-118 (estrada que liga Cachoerinha, Gravataí e Sapucaia do Sul) é mais uma prioridade, assim com a conclusão da duplicação da RS-734, acesso entre Rio Grande e o Balneário Cassino. A parte de duplicação está em fase final de execução. Restarão três obras complementares, como pontes, para a finalização do trecho.

Para o próximo ano, o orçamento da pasta está alicerçado na negociação de uma antiga dívida do governo federal com o Estado, através da Companhia Estadual de Energia Elétrica (Ceee), que está em disputa judicial. Este recurso será a base para a duplicação de quatro rodovias - Passo Fundo e Marau (RS-324), Bento Gonçalves e Carlos Barbosa (RS-470), Farroupilha e Bento Gonçalves (RS-453), além da RS-118 -, totalizando R$ 800 milhões em investimentos. “É vidente que não iremos duplicar tudo em 2012, mas são projetos para dois ou três anos, claro que dentro do nosso governo”, prevê Albuquerque. Há também um acordo com o Banco Mundial, com previsão para março do próximo ano, para a elaboração de um programa de restauração e manutenção de 1,6 quilômetro de estradas no Estado. “A gente contrata a empresa, ela restaura e por cinco anos é a responsável por manter a qualidade do pavimento, a sinalização e a drenagem. É o que nós chamamos de Contrato de Restauração e Manutenção (Crema). Nós herdamos uma malha muito ruim, mal cuidada, com obras malfeitas”, avalia. Outro contrato de restauração, esse com recursos próprios do Estado, será feito na Serra gaúcha, contemplando 240 quilômetros de vias.

Uma das rodovias mais polêmicas no Rio Grande do Sul, a “estrada do inferno” (BR-101), está sendo recuperada pelo atual governo para que, segundo o desejo do secretário, “o pai da criança a assuma novamente”. A rodovia é de responsabilidade do governo federal, porém, desde 1986, quando o então governador Pedro Simon decidiu fazer o asfalto, ficou na conta do Estado.

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