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Notícia da edição impressa de 28/12/2011

Partidos buscam aumentar o número de prefeitos eleitos

A distribuição de prefeituras entre os partidos no Rio Grande do Sul é liderada pelos progressistas, com 146 municípios, seguidos pelos peemedebistas, com 141. O PDT tem 69 prefeituras; o PT, 60; e o PTB, 31. Com menos de 20 municípios, aparecem o PSDB (19), o PSB (12), o DEM (10), o PSD (4), o PPS (3) e o PHS (1). Todas as legendas estão mobilizadas para aumentar o número de prefeitos eleitos.

Mas os grandes colégios eleitorais é que concentram a atenção das direções das siglas no Estado. Além de Porto Alegre, outros três municípios gaúchos têm eleitorado suficiente - superior a 200 mil - para a realização de segundo turno na disputa de 2012: Canoas, Caxias do Sul e Pelotas.

Nota em 28/12: O prefeito de Pedras Altas trocou de partido em outubro, do PSDB para o PPL.
O gráfico acima, portanto, está desatualizado: o PSDB possui 18 prefeituras e o PPL possui uma.

Caxias do Sul

Depois de dois mandatos consecutivos, o prefeito de Caxias do Sul, José Ivo Sartori (PMDB), único que venceu no primeiro turno no pleito de 2008 entre as cidades gaúchas com mais de 200 mil eleitores, não poderá concorrer novamente em 2012.
Sem um candidato natural, o PMDB quer manter a aliança que dá sustentação à atual gestão, o que abre caminho para a candidatura do vice-prefeito nos governos Sartori e hoje deputado estadual Alceu Barbosa Velho (PDT). A administração PMDB-PDT é ampla e reúne outros 12 partidos: PTB, PP, PSDB, DEM, PSB, PV, PPS, PHS, PR, PRB, PSC e PSDC.

Dos aliados, apenas o DEM já adiantou que terá candidatura própria. A aposta é o ex-peemedebista Milton Corlatti, presidente da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC) de Caxias do Sul.

O PSB fez parte da gestão Sartori desde o primeiro governo e, para 2012, ainda aguarda uma definição mais clara do bloco governista para se posicionar. Uma alternativa também seria apoiar a candidatura do deputado federal Assis Melo (PCdoB). Em 2008, Assis foi o vereador mais votado em Caxias com mais de 8 mil votos. O partido ainda avalia qual a possibilidade eleitoral mais viável no município.
Os petistas, que já comandaram Caxias por dois mandatos consecutivos, querem voltar à prefeitura no ano que vem com o deputado federal e ex-prefeito Pepe Vargas, vitorioso nos pleitos de 1996 e 2000.
Pelotas

Em Pelotas, o progressista Fetter Júnior está no comando da prefeitura desde 2006, quando o titular Bernardo de Souza (PPS) renunciou por problemas de saúde. Em 2012, o PP quer garantir mais um mandato e, até o momento, se sobressai a figura do secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Eduardo Macluf.

A ambição é compor uma grande frente com outras legendas para garantir o sucessor de Fetter. Hoje oito partidos integram a administração municipal: PP, PTB, PPS, PR, PRB, DEM, PSDB e PV.

Mas a base aliada de Fetter tem pelo menos mais três candidatos. O PTB do vice Fabrício Tavares se apresenta como alternativa para liderar a chapa. Para evitar desgaste prévio, PP e PTB aderem ao discurso da construção do projeto, antes de anteciparem os nomes. Também almejam a prefeitura o presidente da Câmara Municipal, Eduardo Leite (PSDB), e o presidente do Conselhão municipal, Matteo Chiarelli (DEM), que em 2008 disputou a prefeitura e ficou em terceiro lugar.

O PT apostará novamente em Fernando Marroni, que governou o município de 2001 a 2004 e hoje é deputado federal. Os petistas estão em fase de aproximação com o PSB e o PCdoB, que compuseram a Frente Popular em 2008. O PSB tem como nome forte no município o deputado estadual Catarina Paladini.

Na eleição passada, o PDT foi ao pleito com candidatura própria e para 2012 aguarda a definição do arranjo de forças. Em um cenário otimista, almeja indicar um vice na chapa de Marroni. Os quadros pedetistas seriam o advogado Marcus Cunha, que é vice-presidente do partido no município, e a ex-deputada estadual Adriane Rodrigues, filha do ex-prefeito Anselmo Rodrigues.
O PMDB não lançou nenhum pré-candidato ainda e pode entrar na coligação liderada pelo PT.

Canoas

O prefeito de Canoas, Jairo Jorge (PT), e a vice Beth Colombo (PP) conseguiram consolidar um grupo de apoiadores disposto a renovar a aliança em 2012. Na eleição passada, pela primeira vez o PT conquistou a prefeitura de Canoas com a coligação batizada de Bloco de Oposição Municipal (BOM), integrada por PT, PP, PCdoB, PSB, PPS, PR e PTdoB.

PT e PP querem reeditar a parceria, inclusive com os mesmos nomes, para o pleito de 2012. Também integram a base aliada o PDT, o PTB, o PMDB e o PRB que estarão junto com Jairo Jorge e Beth Colombo na disputa do ano que vem. O bloco está confiante e aposta na possibilidade de vitória no primeiro turno.

Para rivalizar com o petista, o DEM lançará candidato à prefeitura de Canoas. O nome é o coronel-aviador Cláudio Faccin. O recém-criado PSD também se organiza para ter papel de destaque na disputa majoritária.

Santa Maria

Santa Maria pode alcançar em 2012 a marca de 200 mil eleitores, número que obrigaria o município a decidir a eleição em segundo turno, caso o melhor colocado não atinja 50% mais um dos votos no primeiro turno.

A cidade é comandada por Cezar Schirmer (PMDB) e pelo vice-prefeito José Farret (PP). Eles querem repetir em 2012 a dobradinha que os elegeu em 2008, com o apoio também de PPS, DEM, PSDB, PV e PTN.

Do lado oposto, o PT quer voltar a administrar a cidade que governou de 2001 a 2008, com o prefeito Valdeci Oliveira, hoje deputado estadual. Entre as alternativas do PT estão o secretário estadual de Justiça e Direitos Humanos, Fabiano Pereira, e o deputado federal Paulo Pimenta, que concorreu em 2008.

O PDT, que aderiu à gestão de Schirmer, tende a apoiar a composição com o PMDB. O DEM integrou a coligação vitoriosa e deve renovar o apoio a Schirmer. Pelo PSDB, o deputado estadual Jorge Pozzobom se apresenta como o nome mais forte. O PSD também se articula para participar do pleito em Santa Maria.

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