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Notícia da edição impressa de 28/12/2011

Eleições mobilizam 5.570 municípios em todo o País

No dia 7 de outubro de 2012, data do primeiro turno das eleições municipais, os eleitores brasileiros escolherão prefeitos, vice-prefeitos e vereadores em 5.570 municípios do País. São disputas diferenciadas, com propaganda eleitoral na televisão e que ganham maior visibilidade. Os partidos focam esforços nas capitais, também pensando em um trampolim para as eleições aos governos dos estados.
O quadro de candidaturas nas principais capitais brasileiras ainda não está bem definido. Em Belo Horizonte, o prefeito Márcio Lacerda (PSB) governa em aliança com o PT e o PSDB. O socialista tenta unir os dois partidos adversários para sustentarem sua reeleição, mas enfrenta resistência de ambos. Isso porque a união entre petistas e tucanos ocorreu após a vitória de Lacerda, em 2008. Durante a campanha, o então prefeito Fernando Pimentel (PT) - hoje ministro do Desenvolvimento - se uniu ao hoje senador Aécio Neves (PSDB) para eleger o socialista. Na época, o tucano era governador de Minas Gerais e Lacerda fazia parte do seu primeiro escalão. Aécio e Pimentel conseguiram atenuar resistências internas em seus partidos em 2008. Mas em 2012 o cenário é outro. A pretensão do senador de concorrer à presidência incomoda os petistas.

Em setembro, o congresso do PT definiu que o partido não teria alianças com as siglas que fazem oposição ao governo federal (PSDB, DEM e PPS) em nenhum município brasileiro. Os petistas cogitam lançar o vice-prefeito Roberto Carvalho à prefeitura da capital mineira.
No Rio de Janeiro, o prefeito Eduardo Paes (PMDB) tentará a reeleição e terá o PT como aliado. Outra candidatura que desponta é a do deputado estadual Marcelo Freixo (P-Sol). O parlamentar tem a seu favor a popularidade que adquiriu ao comandar a CPI das Milícias. O deputado federal Rodrigo Maia (DEM) também é candidato.

Em Salvador, capital da Bahia e maior colégio eleitoral do Nordeste, o prefeito João Henrique Carneiro (PP) já está no segundo mandato e não pode concorrer à reeleição. Alinhado ao governador Jaques Wagner (PT), o progressista tende a apoiar o deputado federal Nelson Pelegrino (PT) para sua sucessão. O PT baiano planeja conquistar a adesão do PCdoB, que pretende lançar a deputada federal Alice Portugal. Pela oposição, o ex-prefeito Mário Kertész (PMDB) articula sua candidatura. E o deputado federal ACM Neto (DEM) também quer concorrer.

Em Manaus, capital da Amazônia e maior cidade da região Norte, o prefeito Amazonino Mendes deixou o PTB para tentar a reeleição pelo PDT. Mas a filiação encontra resistências no próprio partido. Várias candidaturas se articulam contra Amazonino. Pelo PT, o deputado federal Francisco Praciano tem a intenção de concorrer. O ex-prefeito Serafim Correa (PSB) também almeja disputar o comando de Manaus. Há as pré-candidaturas já confirmadas do vereador Hissa Abrahão (PPS) e do deputado federal Pauderney Avelino (DEM).
Em Curitiba, o prefeito Luciano Ducci (PSB) vai concorrer à reeleição e conta com o apoio do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB). O ex-deputado federal Gustavo Fruet, que trocou o PSDB pelo PDT, pode ser seu principal oponente.

As definições devem acontecer nas convenções partidárias, que ocorrerão entre 10 e 30 de junho de 2012. O prazo para o registro das candidaturas junto à Justiça Eleitoral é 5 de julho. A propaganda eleitoral no rádio e TV começa no dia 21 de agosto e termina em 4 de outubro, três dias antes do pleito. A votação nos municípios que precisarem de segundo turno será no dia 26.


JAQUELINE BICA/ARTE/JC

Sucessão da prefeitura de São Paulo é prioridade nacional para Lula

Em São Paulo, o maior colégio eleitoral do País, a corrida pela prefeitura ganha ares de disputa nacional. O assunto é uma das prioridades do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que, assim como fez na campanha de Dilma Rousseff (PT) à presidência da República, será o maior cabo eleitoral do ministro da Educação, Fernando Haddad (PT), que deixa o governo federal em janeiro para se concentrar na disputa pela prefeitura. Foi Lula, aliás, quem “inventou” a candidatura de Haddad.

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, deixou o DEM para criar um novo partido, o PSD. A sigla já conta com a filiação do vice-governador do estado, Guilherme Afif Domingos, que pode ser candidato à prefeitura. O ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles é outro nome cogitado. Mas o PSD pode até mesmo apoiar o ex-governador José Serra (PSDB), que pode surgir como candidato.

Outro fator que influencia na disputa é o governador Geraldo Alckmin (PSDB). Ele apoia o nome do seu secretário do Meio Ambiente, Bruno Covas (PSDB), mas os tucanos têm outros pré-candidatos. Pelo PMDB, o deputado federal Gabriel Chalita tem o apoio do vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB). E o PRB lançou Celso Russomano, bem cotado nas pesquisas.

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