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Notícia da edição impressa de 28/12/2011

Disputa será acirrada em Porto Alegre

Fortunati, Villaverde e Manuela são os principais candidatos ao Paço Municipal em 2012. Fotos Arquivo/JC

O ano da eleição vai começar com o cenário político bem definido na Capital. O movimento mais aguardado foi feito no começo de dezembro, quando o PT peitou seus aliados nos governos de Dilma Rousseff (PT) e Tarso Genro (PT) e definiu que terá candidatura própria, encabeçada pelo presidente da Assembleia Legislativa, Adão Villaverde. O anúncio minou pretensões do PDT e do PCdoB de ter algum petista em suas chapas.

José Fortunati (PDT) e Manuela d’Ávila (PCdoB), que lideram as pesquisas de intenção de voto, correm agora para construir alianças consistentes, que possam definir a seu favor a eleição.

O PCdoB conta com o apoio do PSB, que já apoiou Manuela em 2008. As duas siglas formaram um bloco em 2010 que aderiu à candidatura de Tarso Genro (PT) ao governo do Estado.

O presidente do PCdoB em Porto Alegre, Adalberto Frasson, destaca que Manuela é a prioridade nacional do partido e relata que a sigla está em conversas com PV, PR, PPL, PSD e PP, mas que a negociação deve se intensificar até março. “Continuaremos conversando e procurando afinidades para construir um projeto para Porto Alegre.”

A composição com o PT ainda não saiu do horizonte dos comunistas. “Não achamos que é conclusiva essa candidatura (petista). Achamos importante construir a unidade que levou à vitória em 2010”, justifica Frasson, lembrando a reedição da aliança entre PT, PSB e PCdoB em apoio à candidatura de Tarso, então candidato ao Palácio Piratini.

O PCdoB, que se adiantou ao anunciar já no início de 2011 a candidatura de Manuela, designou um grupo de lideranças comunistas para discutir com a deputada um esboço para o programa de governo. Representantes da sociedade civil também integrarão o processo.
“A candidatura está consolidada, e surge como alternativa para dar respostas que a cidade não teve”, afirma Frasson, dando o tom da campanha da comunista, que deverá evitar o enfrentamento direto com o atual prefeito e enfocar os projetos.

O PDT da Capital concentra todas as atenções em Fortunati, que é a prioridade nacional do partido nas eleições de 2012. O presidente da legenda em Porto Alegre, deputado federal Vieira da Cunha, ressalta que a meta dos pedetistas é manter os seis partidos que integram a gestão de Fortunati: PDT, PMDB, PTB, PPS, PP e PSDB.

Vieira planeja ainda agregar em torno da composição outras legendas. “A prioridade é reproduzir e, se possível, até ampliar a base de apoio do governo”, destaca.

Para auxiliar no projeto de reeleição de Fortunati, os pedetistas estão selecionando uma nominata de vereadores capaz de aumentar os votos para a legenda. A estratégia do PDT prevê ainda um programa baseado nas conquistas da gestão iniciada por José Fogaça (PMDB) - que, antes de completar a segunda administração à frente da Capital, deixou o paço municipal para disputar o governo estadual.
No início do ano, a sigla irá designar equipes que serão responsáveis por construir, com o prefeito, o plano de governo. “A tarefa será facilitada pelo número de obras e projetos que já estão em andamento”, avalia Vieira.

O PT, que governou a Capital por 16 anos consecutivos (1989-2004), faz nova tentativa de retomar o paço municipal. Dessa vez com Villaverde, a ideia é fazer mais proposições e mirar menos no passado de conquistas, como o Orçamento Participativo (OP).
Um dos desafios da sigla é renovar as bandeiras; outro é a formação da chapa. Villaverde garante que sua meta é trazer um dos aliados do partido para a chapa, o que representaria a superação de um tabu na legenda, que disputou a prefeitura de Porto Alegre com chapa pura (prefeito e vice do PT) nas sete eleições na Capital desde a redemocratização.

A declaração da presidente Dilma Rousseff de que é provável que não participe das eleições nas cidades onde há mais de um candidato da base aliada disputando decepcionou alguns petistas, que gostariam de ter o reforço de Dilma no palanque. Mas a sigla conta com a mobilização do governador Tarso Genro, que garantiu apoio a Villaverde.

O PDT recentemente exigiu de Tarso neutralidade, mas se contentou com a garantia do governador de que não fará comparações entre os candidatos e, principalmente, não fará críticas à gestão de Fortunati.

Partidos discutem alianças e candidaturas próprias

PMDB, PTB, PPS, PP e PSDB integram o governo do prefeito José Fortunati (PDT) em Porto Alegre e estão em tratativas para aderir à coligação do pedetista à reeleição. Mas esses cinco partidos mantêm, paralelamente, conversas com outras siglas e alguns não descartam lançar candidatura própria. O PTB, que foi vice na primeira vitória de José Fogaça na disputa de 2004 com Eliseu Santos, quer integrar a chapa majoritária de novo e já solicitou esse espaço a Fortunati. A legenda, no entanto, também é cobiçada pelo PT, que vê os petebistas como aliados estratégicos e que poderiam ocupar a vaga de vice de Adão Villaverde.

O PMDB, partido que governou a Capital com José Fogaça até 2010, não possui candidato natural à prefeitura e caminha para uma aliança com Fortunati. Porém, a legenda teme a oscilação do prefeito entre os partidos da base de Fogaça e o desejo de ter o apoio do PT. Os presidentes municipal e estadual do PMDB - Sebastião Melo e Ibsen Pinheiro, respectivamente -, são os nomes que podem entrar na disputa, mas a tendência é que um dos dois seja o vice de Fortunati.

Como aconteceu na disputa ao Palácio Piratini em 2010, o PP é a noiva da eleição. A atração é ter a senadora Ana Amélia Lemos como cabo eleitoral. Os progressistas dividem a vitrine com o PSD, sigla criada pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. O PSD cogita lançar o deputado federal Danrlei de Deus ou o vereador Nelcir Tessaro à prefeitura, mas deve se aliar a alguma candidatura.
O DEM quer lançar o deputado estadual Paulo Borges à prefeitura, mas procura apoio. Apesar do pacto firmado em 2010 de aliança com o PTB até 2018, a sigla aposta em uma aproximação com o PSDB. Parte dos tucanos defende o nome do deputado federal Nelson Marchezan Júnior (PSDB). Mas a aliança com Fortunati ainda não foi descartada.

Na trincheira das siglas menores de oposição, o P-Sol, que tem dois vereadores, é o que mais fortemente se apresenta para o embate com Fortunati. A legenda vai lançar Roberto Robaina à prefeitura. O PSTU, que não possui bancada na Câmara Municipal, articula a candidatura do servidor público Erico Correa.

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