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Notícia da edição impressa de 28/12/2011

Microeletrônica e parques tecnológicos avançam

MARCO QUINTANA/JC
HT Micron, hoje com laboratório na Unisinos, ganhará estrutura própria na cidade de São Leopoldo
HT Micron, hoje com laboratório na Unisinos, ganhará estrutura própria na cidade de São Leopoldo

O próximo ano começa com grande movimentação em torno do setor de microeletrônica, que vê as suas iniciativas avançarem no Brasil a partir de duas operações gaúchas: a Ceitec e a HT Micron. Nos primeiros meses de 2012, a Ceitec começa a receber as primeiras peças do chip do boi, projetada na sede da empresa, na Lomba do Pinheiro, e fabricada na Alemanha, junto à parceira X-Fab.

Desse primeiro lote de um milhão de chips, metade já está comprometida com um cliente, cujo nome a empresa ainda não revela. O chip do boi também será o primeiro produto a ser produzido localmente, quando a unidade estiver pronta.

Para acelerar esse trabalho, o superintendente da fábrica, João Lobo, esteve recentemente na Alemanha, onde assinou o contrato de transferência de tecnologia. Na ocasião, foi estabelecido o cronograma de trabalho para o próximo ano com a X-Fab.

Esse tipo de transferência tecnológica envolve diversos aspectos, como suporte para treinamento dos profissionais, compartilhamento de informações para condicionamento de maquinários e processos de fabricação. “Faremos esse trabalho como se fosse uma pré-produção, iniciando na Alemanha e concluindo no Brasil”, explica Lobo. Essa produção deve acontecer em caráter experimental ao longo de todo próximo ano. A expectativa também é para ver se será confirmado o repasse do governo federal, principal investidor do projeto, dos R$ 80 milhões previstos para 2012.

A movimentação também será grande em São Leopoldo, onde será construída a fábrica da HT Micron. O processo deverá levar de 10 a 14 meses. De fato, 2012 será o primeiro ano operacional da HT Micron, que já vem atuando em parceria com a Teikon e colocando produtos no mercado. A empresa deve chegar a 60 colaboradores no período, e a expansão do grupo de pessoas, que hoje soma 30, será paulatina.

Para Ricardo Felizzola, presidente da HT Micron, o ano que termina foi de grande aprendizado. “Conseguimos adiantar muita coisa a partir do início das operações no laboratório que construímos na Unisinos e vamos explorar ainda mais essas possibilidades”, comenta. A meta é trabalhar cada vez mais em sinergia com a Teikon que, assim como a HT Micron e Altus, faz parte do Grupo Parit, que deve faturar R$ 400 milhões em 2012.

Novos recursos para parques serão anunciados

As iniciativas voltadas para os parques tecnológicos receberão boa parte da atenção das ações públicas em 2012. Uma das principais apostas será na indústria criativa, conforme adianta o secretário da Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico do Estado, Cleber Prodanov. “Queremos entrar com grande força nesse segmento, que envolve áreas como a de games, conteúdo para internet, design, moda, tecnologia da informação (TI) e audiovisual”, revela. Essas ações devem acontecer no Hamburgtec, parque tecnológico gerido pela Valetec, e no Tecnopuc, parque tecnológico da Pucrs, de Viamão.

Para 2012, o Rio Grande do Sul poderá ter mais R$ 36 milhões para os parques tecnológicos, sendo R$ 12 milhões de recursos do governo estadual e R$ 24 milhões da União. Em 2011 foram dez os parques contemplados com recursos do Programa Gaúcho de Parques Científicos e Tecnológicos (PGtec) e a expectativa é que no próximo ano esse número se repita. Outra ideia para os próximos 12 meses é trabalhar com centro de competitividade, criando estruturas de apoio e da relação com universidade e empresa. Nesse caso devem ser contempladas áreas como de petróleo e gás oceânico, energias renováveis, semicondutores e saúde. Para isso, a Fapergs e a Secretária da Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico devem lançar editais.

Especificamente para a área de TI, está sendo construído junto com as entidades um projeto que envolve a realização de um diagnóstico do setor, o que deve acontecer em 2012. 

O presidente da Associação dos Usuários de Informática e Telecomunicações (Sucesu), Eduardo Arruda, observa que o setor está em pleno reaquecimento, o que deve se manter no próximo ano. “Nesses quatro anos tivemos crise mundial, os investimentos foram reduzidos e agora a perspectiva é bem positiva para o País em termos de recursos”, diz.

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