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Notícia da edição impressa de 28/12/2011

Porto Alegre sob pressão para a Copa

JOÃO MATTOS/JC
Duplicação da avenida Beira-Rio é uma das obras prioritárias para o Mundial de 2014
Duplicação da avenida Beira-Rio é uma das obras prioritárias para o Mundial de 2014

Escolhida na metade de 2009 como uma das 12 subsedes da Copa do Mundo de 2014, a Capital gaúcha terá somente para mobilidade R$ 560 milhões, entre financiamento federal e contrapartida do município. Para a expansão da estrutura operacional do Aeroporto Internacional Salgado Filho, a estimativa é de R$ 680,5 milhões. O estádio Beira-Rio, palco oficial das Eliminatórias e Oitavas de Final, etapas confirmadas para Porto Alegre, teve destravado o impasse em torno da minuta da contratação da construtora Andrade Gutierrez com a aprovação pelo Conselho Deliberativo do clube. A reforma está em R$ 330 milhões e inclui exploração de ativos da arena, minishopping e estacionamento e centro de treinamento.

A expectativa do clube é oficializar o contrato ainda em dezembro. As obras começariam 30 dias depois com o fechamento do estádio possivelmente em jogos do Gauchão e na virada de 2012 para 2013. A segunda chave da empreitada é o acesso da construtora a recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes) e garantia de investidores, detalhe que ainda não foi revelado pela empresa. A empreiteira fala em assinar o acordo até janeiro. “A execução é prevista em até 24 meses. Suficientes, portanto, para atender às exigências da Fifa para a Copa do Mundo”, diz  nota da Andrade Gutierrez.

O secretário municipal de Gestão e Acompanhamento Estratégico, Urbano Schmitt, garante domínio do cronograma, mesmo que nenhuma das obras do rol da matriz de responsabilidades tenha sido iniciada em 2011. “Queríamos estar mais adiantados”, rende-se o secretário. “Em dezembro de 2013, quando as obras devem estar concluídas, estaremos no cronograma.” Schmitt espera enfrentar um ano de pressão, vinda do governo federal e órgãos de controle e fiscalização. Uma ajuda importante deverá vir com a contratação de duas empresas - uma para gerenciar a execução dos projetos e outra para fiscalizar se seguem o que está no plano. Mas admite algumas dificuldades para fechar itens técnicos dos editais do prolongamento da avenida Severo Dullius e da contratação do sistema de monitoramento dos corredores de ônibus.

As duplicações de dois trechos da avenida Edvaldo Pereira Paiva, no acesso ao Beira-Rio, e da rua Dona Alzira, até a Severo Dullius (custeada por dinheiro privado), não estão no pacote do Ministério das Cidades, mesmo sendo ostentadas como exemplo de que a cidade já está em obras. Sete dos dez editais de licitação já estão na rua. Os processos só devem ser encerrados, com definição de empresas vencedoras, até abril de 2012.

Houve alteração na localização de um dos cinco BRTs (estações de ônibus rápido) – o da avenida Assis Brasil (atrelado ao metrô, que não ficará pronto para a Copa) passou para a João Pessoa e precisa ser incluído na matriz. Falta lançar mais dois trechos da Tronco. O secretário municipal Extraordinário para a Copa, João Bosco Vaz, aponta preocupação com a demora na aprovação de regras locais para instalação de antenas de redes de alta velocidade para celular (4G), exigência da Fifa, e que têm  projeto na Câmara de Vereadores. Na Capital, as companhias evitam falar em planos de ampliação do serviço.

Aeroporto terá de fazer tudo em dois anos

O Aeroporto Internacional Salgado Filho será um dos pontos mais sensíveis na execução de obras. A Infraero e a direção do terminal projetam quatro frentes de melhorias - ampliação da pista para 3,1 mil metros e instalação do sistema antineblina, novos espaços no pátio de aviões, aumento na capacidade de processamento de passageiros e conclusão do terminal de cargas, em execução. A estrutura dos dois terminais, que ganha este mês o reforço do Módulo Operacional Provisório (MOP) e mais esteiras de processamento, elevará a capacidade de 8 milhões para 10,5 milhões de usuários ao ano.

O superintendente do Salgado Filho, Jorge Herdina, prevê a entrega do projeto executivo da extensão da pista pelo Exército em dezembro deste ano. O investimento deve ficar em R$ 230 milhões.

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