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Notícia da edição impressa de 28/12/2011

Mercado interno pode barrar reflexos da crise europeia

ANTONIO PAZ/JC
Crédito e expansão do consumo dos brasileiros poderão ajudar o País a manter economia
Crédito e expansão do consumo dos brasileiros poderão ajudar o País a manter economia

O Brasil chega ao final do ano com uma boa notícia. Segundo o Centro de Pesquisa para Economia e Negócios (CEBR) britânico, o Brasil superou o Reino Unido e se tornou a sexta maior economia do mundo, atrás dos EUA, China, Japão, Alemanha e França. Ainda que seja uma notícia merecedora de comemorações, cabe lembrar que 2012 será de muitas emoções.

Diante de uma crise que aparentemente está longe do clímax e que tem boas probabilidades de espalhar-se pelo mundo, talvez o mais prudente seja prestar atenção na observação da diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde. “Atualmente, a economia mundial se encontra em uma conjuntura muito perigosa.” Para ela, os fatores mais preocupantes são a crise de confiança dos mercados, os altos índices de desemprego e uma desaceleração geral do crescimento.

Nós, cá no outro lado do Atlântico, aparentemente não teríamos com o que nos preocupar – a economia apresenta indicadores positivos, o País vive uma situação de quase pleno emprego, grandes massas da população foram incluídas no mercado consumidor e as reservas externas nunca foram tão expressivas. Não há, então, motivos para preocupação com a crise europeia? O ministro da Fazenda, Guido Mantega, com otimismo profissional, garante que em 2012 o Brasil vai crescer de 4% a 5%, superando estimados 3% para este ano.

É certo que temos hoje um mercado interno consumidor mais estruturado, mas é certo também que o País depende muito das exportações de commodities, que já começaram a perder valor. E se o crédito para impulsionar o consumo interno for generoso, o País corre o risco de ver a inflação disparar – o que já acontece em 2010, com o índice batendo no teto da meta.

O economista norte-americano Nouriel Roubini é mais pessimista que Mantega. Para ele, as maiores economias do mundo têm tentado evitar decisões mais duras para enfrentar a crise. Ele inclui nessa análise a zona do euro e a China. O resultado é que “até 2013 no máximo, mas possivelmente já em 2012, uma grande recessão em dupla curva nos EUA, um cenário desordeiro na zona do euro e um pouso forçado na China poderiam se materializar.” Temos de pensar em saídas para evitar que essa catástrofe abale o País.

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