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Notícia da edição impressa de 10/11/2011

Escurinho, o goleador do violão

Marcos Nagelstein/JC
Livro de Jones Lopes da Silva narra a trajetória de Escurinho
Livro de Jones Lopes da Silva narra a trajetória de Escurinho

É comum ouvir a definição do craque colorado Escurinho como o “cara do último minuto”. Mas o homem por trás do jogador de futebol que decidia jogos importantes era um grande personagem de Porto Alegre, não apenas um famoso boleiro. Basta mergulhar nas páginas de No último minuto, do autor Jones Lopes da Silva, para perceber sua essência: a música, a boemia, a criação simples na região da Ilhota - reduto negro da Cidade Baixa -, a mente por trás da testa que concluía tão bem a gol.

É um livro para gremistas e colorados. “Noto que os torcedores gremistas não odeiam o Escurinho, pois ele sempre teve respeito. Nos anos 1970, os jogadores terminavam os clássicos e iam festejar na Praça Garibaldi, onde tinha os bailes, e depois se encontravam no Bambas da Orgia, onde estavam os gremistas Everaldo e Airton; eram todos amigos”, conta Lopes.

O livro reconstrói a vida do jogador, mas é temperado com detalhes riquíssimos de uma Porto Alegre poucas vezes revelada. Jones constrói uma trama que mostra a história de Luís Carlos Machado (seu verdadeiro nome), que por ter nascido em uma geração de supercraques do futebol, amargava a esperança de entrar em campo a cada jogo – ao menos nos últimos minutos - e que sempre condicionou a música como segunda profissão.

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