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Notícia da edição impressa de 10/11/2011

Peccin Carvalho é a dona das especiarias

Ricardo Rodrigues

MARCOS NAGELSTEIN/JC
Época natalina originou ideia para o livro de Lei Peccin
Época natalina originou ideia para o livro de Lei Peccin

Nenhuma das formas existentes de aguçar os sentidos é tão intensa e surpreendente quando aquelas que estimulam o paladar. Nesse contexto, a gastronomia se converte em arte, e nas receitas, as palavras se tornam um poderoso ingrediente. Esse é o princípio de Lei Peccin Carvalho, que lançou o seu primeiro livro, Minha vida, meus sabores, mesclando receitas que aprendeu ao longo da vida, todas recheadas por belas histórias.

Lei conta que aprendeu a cozinhar desde cedo. “Foi no internato, com as aulas de culinária. Quando vim estudar em Porto Alegre, na faculdade, tive que me virar sozinha e aprender outros pratos, e assim nasceu o gosto pela cozinha”, explica.  No livro, a autora relaciona as receitas com lembranças de sua vida, formando um banquete de viagens, risos e gostos. “Minhas histórias estavam muito ligadas aos pratos da Festa de São Pedro, em Gramado, minha cidade natal, como a sopa de capeletti, por exemplo”, conta.

A ideia de escrever o livro surgiu com um presente de Natal. Lei juntou algumas receitas, escreveu mensagens e fez um caderno para presentear amigos. Todos gostaram, e a iniciativa se repetiu no ano seguinte, de forma ampliada. Até que apareceu alguém da editora que enxergou a possibilidade de uma publicação. “Inicialmente privilegiei as receitas ligadas às minhas memórias, depois inclui também receitas de minhas amigas”, explica a autora.

Em sua cozinha, que funciona quase como um laboratório de alquimia, a professora de história aprendeu que o ato de cozinhar vai além do simples fato de juntar temperos, carnes e verduras. É preciso um ingrediente especial, que nem todos se lembram de usar. “Devemos transmitir a paixão pelo que estamos fazendo, se você não está bem, não vai funcionar. E deixar que o aroma dos temperos preencha toda a casa”, finaliza.

Memórias do radical da cautela

O personagem Anonymus Gourmet deu tão certo que muitas vezes seu criador é confundido com ele. O jornalista e escritor José Antônio Pinheiro Machado, que encarna esse cozinheiro de mão cheia, excêntrico e “radical da cautela”, como ele o define, lança Memórias do Anonymus Gourmet, editado pela L&PM, com sessão de autógrafos no próximo domingo, às 19h30min.

O livro é uma reunião de crônicas escritas ao longo dos últimos 30 anos e repaginadas para essa edição. “Não queria apenas uma seleção de crônicas, pois é difícil que não fiquem envelhecidas quando republicadas em outro contexto, então sentei à máquina, como se diz, reescrevi muitas coisas, adicionei notas de diários e outros detalhes”, conta Machado. 

Entre as histórias, verdadeiras aventuras pelo mundo da gastronomia e literatura - o grande tempero adicionado pelo autor às peripécias do personagem. “Foram os livros que me aproximaram da gastronomia e ao mesmo tempo ela me levou a eles, transformando as receitas do Anonymus em livros”, explica o escritor.

É possível degustar passagens famosas do personagem pelo melhor restaurante do mundo (Noma, de Copenhague) e por países como Portugal e França.

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