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09/11/2011 - 19h47min

E-books buscam espaço na Feira do Livro

Bibiana Borba, especial para o JC

ERIC PIERMONT/AFP/JC
Foto mostra o leitor de e-books Cybook Odyssey, que foi lançado esta semana em Paris
Foto mostra o leitor de e-books Cybook Odyssey, que foi lançado esta semana em Paris

O livro em formato digital aparece pouco na maior feira dedicada ao livro na América Latina. Entre as editoras e livrarias que expõem seus produtos na Praça da Alfândega, em Porto Alegre, as poucas que oferecem e-books não os comercializam nas bancas. Para o fundador e diretor executivo da empresa de produção de e-books Simplíssimo Livros, Eduardo Melo, o cenário na Feira do Livro reflete o mercado ainda muito incipiente no Brasil. Em evento paralelo à Feira promovido nesta quarta-feira (9) na sede da Assec (Associação dos Servidores da Secretaria da Educação e Cultura), Eduardo falou sobre as potencialidades do formato. “Livro não é papel, é conteúdo”, destacou.

O investimento das grandes editoras nacionais no formato digital ainda é pequeno, segundo Eduardo, porque há pouca procura pelo produto por parte dos consumidores. O baixo interesse do brasileiro pela leitura, o preço dos equipamentos eletrônicos e a falta de padronização na produção são apontados como alguns dos entraves ao crescimento do mercado – que já concorre com o do livro impresso nos Estados Unidos e na Europa.

No Brasil, a maioria dos e-books são importados. Em 2011, dos 6 mil livros eletrônicos nacionais vendidos pela Livraria Cultura, maior no setor, a Símplíssimo foi responsável pela produção de cerca de 10%. A empresa sem sede oficial, com apenas dois diretores e mais dois funcionários, também ministra cursos para profissionais de editoras.

A facilidade de transporte e armazenamento do conteúdo, sustentabilidade pela não utilização de recursos naturais e, ainda, a possibilidade de redução de custos de produção e distribuição são algumas das vantagens do livro digital. O oficial reformado do Exército Hermes Reginatto, 84 anos, se interessa pelos e-books pelo mesmo motivo que pesquisa os balaios da Feira do Livro: a satisfação do hábito da leitura sem precisar gastar muito dinheiro. Introduzido aos recursos digitais pelos filhos, empolga-se com as possibilidades: “O digital é uma coisa espetacular”.

Para que o conteúdo em suporte digital apareça mais em eventos como a Feira do Livro de Porto Alegre, Eduardo sugere estandes de degustação dos aparelhos para que o público conheça o formato, como já ocorreu na Bienal do Livro de São Paulo. Já para que a venda possa concorrer com a dos livros impressos em livrarias e feiras, uma das opções seria a exposição de capas dos e-books com redirecionamento para links de download. “A solução perfeita nas condições atuais seria a venda por QR Code”, sugere, fazendo referência à solução de código de barras que permite acessar conteúdos na Internet atráves do celular.

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