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Notícia da edição impressa de 04/11/2011

Livros na telona

Ricardo Rodrigues

MARCOS NAGELSTEIN/JC
Gerbase salienta diferenças entre as linguagens literária e do cinema
Gerbase salienta diferenças entre as linguagens literária e do cinema

É notória e conhecida a transposição de sucessos do mundo literário para as telas de cinema, assunto que mereceu destaque em debates na Feira do Livro de Porto Alegre. A série de encontros do II Seminário de Literatura abordou esta relação no evento A palavra na tela, que reuniu Carlos Gerbase, Ricardo Silvestrin e Débora Mutter, com mediação de Juracy Assmann Saraiva. Os especialistas debateram o universo da literatura nas telas, com seus significados, linguagens e todos os elementos que compõem essa delicada união.

No mundo das artes, o trânsito entre as plataformas é um ponto defendido pelo escritor Ricardo Silvestrin. “Na disciplina que leciono na universidade reforço muito esse ponto, o trânsito entre elas, porque, por natureza, o artista tende a ser generalista em sua área”, diz. Já Carlos Gerbase, diretor e roteirista de filmes como Tolerância, Sal de Prata e 3 Efes, faz uma observação a respeito de um assunto muito discutido, que é a adaptação da obra literária. “As reações de cada um são muito diferentes ao ler um livro e ver um filme. São linguagens completamente diferentes e devem ser julgadas por suas características intrínsecas”, ressalta.

Para a professora Débora Mutter, “literatura e cinema é uma união que vai muito além da adaptação”. Gerbase acrescenta que “um dos piores erros que o espectador pode cometer é, depois de assistir a um filme baseado em um livro, dizer que o resultado não é fiel. São experiências diferentes a partir de linguagens únicas”.

Em processo de edição de som, o mais recente projeto de Gerbase, Menos que nada, foi gerado na Casa de Cinema mas finalizado em sua nova produtora, a Prana Filmes. Baseado no conto do austríaco Arhur Schnitzler, o diretor comenta que, no processo de adaptar, se permite criar em cima da narrativa original, e que o processo passa a ser mais inspirador do que de adaptação. “Literatura e cinema jamais poderão firmar um casamento de papel passado. Eles são ficantes, no máximo namorados de uma noite”, finaliza.

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