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Notícia da edição impressa de 01/11/2011

Debate no Memorial mergulha no universo da investigação

Bruno Felin

MARCOS NAGELSTEIN/JC
Samir Machado destaca pioneirismo de Rubem Fonseca
Samir Machado destaca pioneirismo de Rubem Fonseca

Foi promovido na segunda-feira (31), dentro da programação da Feira do Livro de Porto Alegre, um debate sob o tema Crime e Mistério no Século 21. O evento ocorreu na Sala dos Jacarandás do Memorial do Rio Grande do Sul e contou com a presença de Samir Machado de Machado, Carlos André Moreira e Carlos Orsi.

Os participantes fizeram uma cronologia do surgimento do gênero, capitaneado por Edgar Allan Poe, Willie Collins, a dama do crime Agatha Christie, e pelo mais popular deles, Arthur Conan Doyle, criador dos detetives Sherlock Holmes e John Watson. A ficção policial sempre gozou de uma popularidade incomum, reflexo da curiosidade humana pelo enigma, morte, crime, suspense e tudo que envolve esse universo. Sua presença é inegável na formação da mídia de massa, rompendo as fronteiras entre a literatura e o jornalismo. Por outro lado, muitas vezes foi rotulada como mero entretenimento, ou um gênero menor.

A origem desse tipo de literatura confunde-se com o surgimento do sensacionalismo na imprensa - onde muitos dos autores publicavam seus textos - e a própria formação das grandes cidades, durante o século XIX. “O sensacionalismo na imprensa começou assim, o que transformou esse tipo de texto em um dos grandes motores de vendas de jornal na Inglaterra”, conta Moreira. No Brasil, o gênero ganhou forma e expressão com Rubem Fonseca. Apesar de não ter sido pioneiro na escrita de policiais, o autor foi o primeiro a se tornar sucesso de público, com as histórias do detetive Mandrake, especialista em casos de chantagem e mulherengo. O personagem inspirou um seriado brasileiro produzido pelo canal HBO nos anos 2000.

“Produções americanas como CSI ou Law & Order, por exemplo, são a representação do que os leitores buscavam em Sherlock Holmes e outros antes da televisão”, lembra Machado. Durante o debate, foram destacadas outras produções nacionais mais recentes, como o Delegado Espinosa, dos livros de Luiz Alfredo Garcia-Roza, e o romance Todos morrem no fim, de Carlos Gerbase.

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