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Notícia da edição impressa de 31/10/2011

Feira debate iniciativas de estímulo a leitura

Ricardo Rodrigues

MARCOS NAGELSTEIN/JC
Ricardo Silvestrin ressalta que baixo índice de leitura é um dos problemas
Ricardo Silvestrin ressalta que baixo índice de leitura é um dos problemas

Um assunto já velho conhecido do público foi tema de uma discussão de peso no fim de semana que passou na Feira do Livro: iniciativas para estimular o ato de leitura. O diretor do Instituto Estadual do Livro (IEL), Ricardo Silvestrin, foi o mediador do painel que contou ainda com a participação do diretor de Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca do Ministério da Cultura e Fundação Biblioteca Nacional (DLLLB/FBN), Fabiano dos Santos, e da Coordenadora do Plano Municipal do Livro e da Leitura (PMLL) da Secretaria Municipal da Cultura, Lúcia Jahn.

Segundo Fabiano dos Santos, o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) estabeleceu quatro eixos de ação: acesso, formação do leitor, valorização do livro e fomento da economia das cadeias produtiva e criativa. “Buscamos ampliar o índice de leitura, o número de leitores e as bibliotecas municipais”, explicou Santos. Porém, ele destaca que as iniciativas devem ser pensadas a longo prazo, e não apenas em plano de governo.  “Queremos que essa ação seja instituída como lei. A presidente Dilma Rousseff assinou como decreto, mas ainda não é suficiente”, ressaltou ele. A meta do projeto é criar uma rede com 26 planos estaduais mais o Distrito Federal, além de cem municipais.

No Rio Grande do Sul, a coordenadora do PMLL, Lúcia Jahn, conta que foi idealizado recentemente um projeto de incentivo à leitura construído a partir de um diagnóstico das necessidades do setor. “Este documento contempla todo o segmento do livro e da leitura, com ações voltadas para estimular o hábito de ler, nas famílias e nas escolas, trabalhando também iniciativas para os editores, escritores e ilustradores. Esperamos que possa ser aprovado ainda durante a realização desta Feira”, contou Lúcia.

Sobre a construção do Plano Estadual, Ricardo Silvestrin comentou que “o bacana é a troca entre os setores. No decorrer do processo cada um contribuiu com o seu viés, ou seja, seu ângulo de problemas como, por exemplo, o baixo índice de leitura e o déficit de bibliotecários, entre outros”.

E como leitura envolve educação, o assunto também predominou no debate. Silvestrin lembrou que a maior parte das pessoas já assimilou a importância da educação, mas ainda não compreendeu em sua totalidade o peso da cultura. “Iniciativas recentes mostram que setores como a indústria já perceberam. O Serviço Social da Indústria (Sesi), por exemplo, tem diversos projetos que levam a cultura para o seu meio. A educação está dentro da cultura, mas a cultura ainda não está dentro da educação”, afirma Silvestrin.

Iniciativas para um futuro próximo

O MinC assinou um convênio com a Secretaria de Cultura do Estado para modernizar bibliotecas públicas municipais, com investimento de R$ 6 milhões do ministério mais 30% desse valor por parte do Estado. Outra iniciativa é um programa de agentes de leitura. “Serão inicialmente 500 agentes, estudantes, que irão atuar em 50 cidades distribuídas nas regiões do Rio Grande do Sul.

Eles irão atuar dentro de suas próprias comunidades, preferencialmente em áreas de vulnerabilidade social. Esse jovem passará por uma formação e cada um terá um cadastro de 25 famílias, e realizará atividades diretamente em suas casas”, revela Fabiano dos Santos, diretor de Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca do Ministério da Cultura e Fundação Biblioteca Nacional (DLLLB/FBN).

De acordo com o diretor, os recursos estão encaminhados e, em fevereiro ou março, o edital deve ser lançado. Santos salienta que “qualquer iniciativa dos planos de livro e leitura devem ocorrer no âmbito social e coletivo, jamais apenas dentro de gabinetes”.

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