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Notícia da edição impressa de 31/10/2014

Planos empresariais ajudam a reter os colaboradores talentosos

ANTONIO PAZ/JC
Claudia e Ane são colegas na Fundação Corsan e investem em previdência privada
Claudia e Ane são colegas na Fundação Corsan e investem em previdência privada

A busca acirrada por mão de obra qualificada e o desejo em reter talentos faz com que muitas empresas busquem seguradoras a fim de oferecer um plano de previdência privada complementar a seus colaboradores. Os detalhes de cada transação são variáveis, visto que algumas empresas dividem o valor dos depósitos com os funcionários e outras se tornam agentes facilitadores para a contratação dos planos, oferecendo taxas diferenciadas e atraentes.
Somente em junho, os planos empresariais de previdência privada cresceram 55,45% em comparação ao mesmo período do ano passado, contabilizando R$ 869,2 milhões em novos depósitos, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi).

Colegas na Fundação Corsan, a secretária executiva Cláudia Cristina Martins e a gerente da secretaria-geral e coordenadora de comunicação, Ane Casagrande, fazem parte do grupo de profissionais que começou a investir em previdência privada ao ingressar em uma empresa que tem fundo de pensão.

O plano da Funcorsan é de modalidade benefício definido, ou seja, os valores que serão recebidos por seus participantes ou beneficiários são conhecidos desde o início. A intenção da fundação é oferecer uma alternativa para a previdência social oficial com o intuito de manter o nível sócio-econômico de seus funcionários. Apesar de terem praticamente a mesma idade, o investimento das duas colegas difere, pois, enquanto Ane completa 16 anos de contribuição para o fundo, Cláudia totaliza dois anos de investimento.

Para Ane, a decisão em ingressar no plano foi tomada a partir das explicações de um colega sobre as regras, a importância, as vantagens e os custos do fundo. “Quero me aposentar e não depender de ninguém. Conheço pessoas que, ao se aposentarem, precisam contar com o auxílio de familiares, por isso estimulei meu marido a ter um plano também”, conta.

Cláudia, por sua vez, antes de ingressar na companhia, já manifestava o desejo de adquirir um plano de previdência privada complementar. “Busquei instituições financeiras, mas os aportes eram altos. Ao ingressar na companhia, vi que os valores eram mais vantajosos, e a modalidade correspondia a minha necessidade”, explica.

De pai para filho, cultura transmitida em casa

Quem tem um plano de previdência privada, em geral, defende e ensina aos seus filhos a importância em investir neste segmento. O vice-presidente corporativo da Icatu Seguros, César Saut, fez seu primeiro plano de previdência em 1994, antes mesmo de trabalhar na área. Por valorizar e ter conhecimento amplo sobre o tema, explicou ao filho, de 26 anos, que o investimento desta natureza era o primeiro passo para construir um caminho de tranquilidade financeira.

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