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Notícia da edição impressa de 02/06/2014

Qualificação: Muito além do cubo mágico

MARCO QUINTANA/JC
Instituto de Informática da Ufrgs recebeu nota 7 na avaliação da Capes, a mais alta pontuação
Instituto de Informática da Ufrgs recebeu nota 7 na avaliação da Capes, a mais alta pontuação

Em uma sala com pouco mais de 10 metros quadrados no Campus do Vale da Ufrgs, um aluno trabalha em uma caixa retangular de acrílico recheada de cabos, placas e conectores. Acima dela, dois braços robóticos seguram um cubo mágico. Por meio de uma câmera, o robô visualiza o objeto e projeta os movimentos necessários para resolver o enigma. Em poucos minutos, os movimentos precisos da máquina conseguem tornar homogêneos os lados do cubo. O projeto é de autoria do Grupo de Pesquisa em Robótica Inteligente e Visão Artificial da Ufrgs. Mais de 10 alunos de graduação e pós-graduação trabalham no projeto que, mais do que simplesmente montar um cubo mágico, tem o objetivo de desenvolver equipamentos capazes de reconhecer padrões, tomar decisões e interagir com objetos.

Esse é apenas um entre os muitos dispositivos desenvolvidos pelos alunos do Instituto de Informática da Ufrgs (INF), cujos cursos de mestrado e doutorado em Ciência da Computação receberam, na última avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a nota 7 – a mais alta pontuação possível, reservada a um seleto grupo de cinco entre 68 cursos de pós-graduação brasileiros da área. Fruto, segundo o diretor do Instituto, Luis Lamb, de uma meta traçada em 2001, quando a nota do curso era 5. “Percebemos que o curso tinha potencial para ser o melhor do Brasil. Ao longo de mais de uma década, direcionamos nossos esforços para sermos reconhecidos como um curso de nível internacional”, diz o professor. Entre as ações desenvolvidas está o desenvolvimento de projetos de impacto internacional e a contratação de professores com pelo menos parte da formação em universidades internacionais. “Temos um grande número de projetos que envolvem cooperação internacional. Para ter nota máxima na avaliação, é preciso mostrar que os projetos desenvolvidos são aceitos e valorizados pela comunidade científica internacional.”

A última avaliação trienal da Capes mostra uma evolução notável nos últimos anos: em 2013, 53 programas gaúchos obtiveram conceitos 6 ou 7; em 2007 eram apenas 23. A Pucrs é um dos destaques: 10 de seus 24 programas de pós-graduação têm nota 6. O disputado 7 é atribuído ao pós em Medicina e Ciências da Saúde. E, assim como na Ufrgs, a internacionalização é um ponto forte na Pucrs: só entre 2012 e 2013, o número de alunos que cursam parte de seu doutorado no exterior cresceu 47%. “Internacionalização é a maior inovação, impacta tanto formação quanto pesquisa. A visão dos alunos deixa de ser local e passa a ser mais global”, afirma o professor Augusto Alvim, coordenador dos cursos Stricto Sensu da Pucrs.

Entre as universidades particulares, quem também registra nota máxima é a Unisinos, em sua pós-graduação em Educação. No interior do Estado, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a Universidade Federal de Pelotas (UFPel) são as únicas com programas nota 7, em Medicina Veterinária e Epidemiologia, respectivamente. Na Universidade Federal de Rio Grande (Furg), o destaque é a Oceanografia Biológica, com nota 6.

De olhos nas demandas do mercado

Até o começo do ano, empresas fraudadoras do poder público poderiam se eximir da culpa atribuindo a infração a uma atitude isolada de um funcionário. Com a Lei Anticorrupção, em vigor desde o dia 29 de janeiro, toda a organização se tornou passível de responsabilização e punição. Além de ser tornar alvo de processos civis e administrativos, as companhias poderão ter que pagar multas que vão de 0,1% a 20% do faturamento anual bruto. 

Atenta a essa nova demanda do mercado, a Fundação Escola Superior do Ministério Público (FMP), de Porto Alegre, está abrindo a primeira turma da especialização em Direito Corporativo e Compliance. De acordo com Fábio Sbardellotto, diretor da faculdade de Direito da FMP, o curso objetiva  capacitar profissionais a lidar com o mecanismo de compliance – conjunto de disciplinas utilizado pelo setor privado na busca do cumprimento de normas jurídicas e diretrizes administrativas. “A nova lei tem feito com que as empresas busquem especializar e criar quadros de funcionários especificamente para essa finalidade”, explica.

Outra instituição atenta à nova realidade é a Faculdade Brasileira de Tributação (FBT). Vinculada ao Ineje (Instituto Nacional de Estudos Jurídicos e Empresariais) e com sede na capital gaúcha, abriu suas portas no começo do ano como uma iniciativa pioneira no País, projetando formar 40 profissionais especializados a cada ano. Apesar de a FBT e seu curso de graduação serem novidade, Felipe Ferreira Silva, diretor-geral da instituição, trabalha desde 1998 coordenando cursos de extensão e pós-graduação na área. “Ao longo dos últimos 20 anos, percebemos o mercado com forte carência de gente especializada nesse fenômeno global”, afirma. 

No quesito direcionamento para o mercado,  a ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) se destaca. Para Genaro Galli, diretor de Pós-Graduação e Extensão da instituição, o diferencial da ESPM está na constante atualização dos programas, renovando seus conteúdo e disciplinas de modo que o universo corporativo seja transposto para dentro dos bancos acadêmicos. “Temos disciplinas como as de mobile marketing, cool hunting e storytelling, que tratam de assuntos do dia a dia do mundo do marketing e dos negócios”, destaca. Entre as novidades da ESPM em 2014 está um MBA em Branding. “O curso teve uma adesão muito boa, até porque a gestão e a construção de marcas é uma temática bastante atual”, salienta Galli.

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