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Notícia da edição impressa de 22/12/2009

Brasil no circuito internacional

Fundação Iberê Camargo/Divulgação/JC

O carro-chefe da Fundação Iberê Camargo do próximo ano será a mostra Tangled Alphabets. O Brasil será a terceira e última parada da exposição, que traz obras de León Ferrari e Mira Schendel, dois dos principais nomes da arte contemporânea sul-americana.

Ela abre em 8 de abril e fica até julho de 2010. A mostra é integrada por cerca de 160 obras, entre esculturas, pinturas e desenhos de León Ferrari e Mira Schendel. Boa parte das peças da exposição era inédita até chegar ao Museu de Nova Iorque, e foram criadas entre o início da década de 60 e os anos 90.

Segundo o superintendente cultural da Fundação, Fábio Coutinho, na disputa pela exposição, que tem curadoria de Luis Pérez Oramas, estavam instituições renomadas como o Centro Georges Pompidou, de Paris, o Tate Modern, de Londres, e o Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires (Malba). “A importância da exposição para o Brasil é proporcional à relevância dos dois artistas que assinam as obras. Tanto León Ferrari quanto Mira Schendel são considerados figuras-chave da criação sul-americana durante a segunda metade do século XX”, explica Coutinho.

De intenções e ações

Um dos destaques do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs) é a exposição Pedro Weingärtner (1853 - 1929): um Artista entre o Velho e Novo Mundo. A mostra chega a Porto Alegre depois de passar pela Pinacoteca do Estado de São Paulo e pelo Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro. A exposição traça um panorama completo da obra do gaúcho, um dos mais destacados artistas brasileiros da pintura de gênero do século XIX. Sua obra fundou um novo e vigoroso regionalismo na arte brasileira.

Sob curadoria de Ruth Sprung Tarasantchi, em meados de março serão exibidas cerca de 120 obras que abordam temas fundamentais da sua trajetória: regionalismo, pintura de gênero, modos e costumes. Na ocasião também será lançado um catálogo com a obra do artista. As obras pertencem à coleção do acervo do Margs, Instituto de Artes da Ufrgs e Pinacoteca Aplub, entre outros. Algumas peças são de numerosas coleções particulares.

Homenagem latino-americana

A cultura latino-americana será o foco das exposições que acontecem em 2010 no Memorial do Rio Grande Sul. Em janeiro haverá mostra de fotos do famoso casal de pintores mexicanos Diego Rivera e Frida Kahlo. O conjunto de imagens, segundo o diretor do Memorial,Voltaire Schilling, revela a relação do casal e não as obras dos artistas. Eles se conheceram em 1928, quando Frida entrou no Partido Comunista Mexicano e, no ano seguinte, se casaram. Tiveram uma união tumultuada: ambos com temperamentos fortes e casos extraconjugais. Separam-se e reatam novamente em 1940. O segundo casamento foi tão tempestuoso quanto o primeiro. As imagens do acervo mostram o começo da relação até a morte de Frida, em 1954.

Em meados do ano que vem também estão sendo esperadas mais três exposições. Uma delas se refere ao bicentenário da independência de diversas nações latino-americanas. De acordo com Schilling, a intenção é “reunir o maior número possível de gravuras referentes à história das batalhas e das revoluções em cada país”. 

Ainda em clima de guerra também será comemorado o centenário da Revolução Mexicana, “a primeira grande revolução social política que a América Latina conheceu no século XX”, argumenta o diretor do Memorial. O México também é o centro de outra mostra, esta com foco nos muralistas mexicanos, artistas que desenvolviam sua arte em murais.

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