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Notícia da edição impressa de 10/06/2013

Complexo da Rodoviária: Viaduto deve melhorar o acesso à Capital

MARCELO G. RIBEIRO/JC
Nova elevada, em frente à Rodoviária, vai custar  R$ 31,5 mi e deve acabar com o “X” no trânsito
Nova elevada, em frente à Rodoviária, vai custar R$ 31,5 mi e deve acabar com o “X” no trânsito

Primeira experiência urbana para quem chega a Porto Alegre de carro ou ônibus, o entorno da Rodoviária começou a receber obras em agosto de 2012. Mas as fundações da nova elevada do viaduto Júlio de Castilhos se tornaram mais visíveis no início deste ano. Marcações, pilares, remoção do passeio e concretagem das vigas transversais dão a largada para os 355 metros de pista que ligarão a artéria que sai do Mercado Público diretamente à avenida Castelo Branco. A ideia é finalizar o trabalho em novembro.

A transformação vai acabar com a necessidade de os veículos que estão saindo da Capital passarem pelo cruzamento com os que vão para a avenida Mauá. Com isso, o investimento de R$ 31,5 milhões deve acabar com o chamado "X" da Rodoviária, ou seja, o conflito entre carros particulares que buscam acessar o Centro com os que estão indo para a Castelo Branco.

Além disso, está prevista outra intervenção no local - uma nova estação destinada aos ônibus do transporte coletivo municipal, que deixariam de parar na lateral da Rodoviária, de onde precisam atravessar as quatro pistas do Largo Edgar Koetz para acessar a avenida Mauá, em direção à Praça Parobé.

O engenheiro Rogério Baú, coordenador técnico das obras da Copa pela Secretaria Municipal de Gestão, relata que o projeto prevê que a nova parada fique junto ao canteiro central em frente à Rodoviária. Ali haverá uma estação especial de BRT.

O terminal, ainda não licitado, terá uma reedição do edital prevista para ser lançada até sexta-feira, 14 de junho - o processo anterior, aberto no dia 8 de maio, foi cancelado. O valor da obra é de R$ 7.454.299,40.

"Trata-se de um edital sem maior complexidade e que deve caminhar ao longo desta semana. Com isso, resolveremos do problema do 'X da Rodoviária', uma disputa por espaços que, nos horários de maior trânsito, pode trazer complicações de trafegabilidade até o Túnel da Conceição, além dos corriqueiros engarrafamentos na saída de Porto Alegre pela Castelo Branco", comenta.

Taxista há 40 anos, sendo 36 no ponto da Rodoviária, Sérgio Soares concorda com as obras da Copa para melhorar o fluxo no local. "Depois de pronto vai desengarrafar", projeta. Mas observa que as intervenções estão causando o momento mais conturbado já vivenciado por ele na região ao longo de quatro décadas.

"Isso porque, depois de deixar o ponto, retornar se tornou uma loteria. Para sair, basta pegar a rua Barros Cassal até a avenida Independência. Na volta é preciso pegar a Farrapos, subir a Santo Antônio e descer a rua Garibaldi até a rua Ernesto Alves e só então acessar o ponto. Em horários de pico, isso pode representar 30 minutos de espera, além de cerca de 1 km a mais do que o normal", conta Soares.

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