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Notícia da edição impressa de 10/06/2013

Capital acelera ritmo para Copa do Mundo

Porto Alegre deve acelerar trabalhos para concluir 14 intervenções viárias preparatórias à Copa em doze meses

Rafael Vigna

SMGAE/DIVULGAÇÃO/JC
Rodoviária é um dos locais que receberá melhorias para o Mundial
Rodoviária é um dos locais que receberá melhorias para o Mundial

Cinco partidas que serão disputadas num período de 16 dias foram capazes de atrair investimentos de R$ 888 milhões para a mobilidade urbana de Porto Alegre. Somados aos custos de iluminação, bônus-moradia e melhorias no estádio Beira-Rio, o montante chega a R$ 1,2 bilhão, o equivalente a 5,9% do total aportado em todo o País para a Copa do Mundo.

A um ano do início do Mundial de 2014, o Jornal do Comércio dá início a uma série de reportagens sobre as 14 obras preparatórias na Capital. De hoje até sexta-feira, as matérias irão apresentar um panorama das transformações urbanas que estão ocorrendo, sua evolução e entraves.

É preciso agilidade, pois tudo deve ficar pronto até o início do evento futebolístico, que começa em 12 de junho - Porto Alegre terá sua primeira partida no dia 15. São esperados mais de 30 mil turistas e no mínimo nove delegações na cidade a partir de junho do ano que vem.

Os reflexos do novo complexo da Rodoviária, do conjunto de melhorias no entorno do estádio Beira-Rio, da solução dos cruzamentos na Terceira Perimetral, da duplicação da avenida Tronco e cinco corredores de ônibus rápidos - Bus Rapid Transit (BRT) -, num total de 18,8 km e 106 estações, despontam como o chamado “legado” dos jogos de 2014.

Discutidas desde 2010, as obras na Capital gaúcha deslancharam mesmo no final de 2012 e início deste ano. Os canteiros de obras e desvios no trânsito dão a sensação de que boa parte da cidade está sitiada.

Trata-se de uma área que abriga mais de 50% das residências de Porto Alegre, que abrange o quadrante entre a rua Ramiro Barcelos, a avenida Protásio Alves, a Ary Tarragô e a avenida Assis Brasil, além das obras na zona Sul, que contemplam 5,5 quilômetros da avenida Beira-Rio, a Padre Cacique e vias que serão abertas no entorno do estádio  que vai sediar os jogos.

O reflexo das intervenções é sentido em todo meio urbano - a lentidão no tráfego é a principal consequência vivida pelos porto-alegrenses.

Apesar da pressa, há dificuldade em cumprir prazos e custos por uma série de fatores, que vão desde o licenciamento ambiental até polêmicas imprevistas, como a escassez de fornecimento de areia em razão da proibição da extração no Rio Jacuí, o corte de 57 árvores no entorno da Usina do Gasômetro, sem falar no reassentamento de 1,5 mil famílias para a duplicação da avenida Tronco.

Neste contexto, uma metáfora têm sido recorrente nos discursos do prefeito José Fortunati, sempre que questionado a respeito do planejamento. “Não se faz um omelete sem que se quebrem alguns ovos.” A situação atual das obras, o que elas representam, quais são seus impactos e como ficará a cidade no futuro são questões que foram apresentadas a especialistas, entidades de classe, acadêmicos, lideranças comunitárias e autoridades do poder público municipal. O relato completo está dividido nesta série de cinco reportagens.

Cidades-sede perderam R$ 3 bilhões por causa de prazo exíguo e atraso nos projetos

O texto que lista as obras viárias previstas para a Copa do Mundo, assinado entre União e municípios em 2010, é a Matriz de Responsabilidade. Porto Alegre e outras 11 cidades-sede receberam uma linha de financiamento da Caixa Econômica Federal para executar os projetos previstos no documento. Além da contrapartida das prefeituras, exige-se a conclusão das intervenções até o início do Mundial de 2014.

A primeira versão da matriz, de 2010, previa R$ 11,9 bilhões disponíveis para as obras. Segundo o Portal da Transparência, hoje o valor total soma R$ 8,9 bilhões - a diminuição de R$ 3 bilhões se deve a dificuldades em cumprir o prazo para concluir as intervenções viárias. Várias dessas obras das capitais que sediarão a Copa passaram para o PAC Mobilidade, através do qual o Ministério do Planejamento vai financiar R$ 11,48 bilhões para 47 projetos, entre eles, o metrô de Porto Alegre. Mas essas demandas poderão ser atendidas até 2020, ou seja, depois da Copa. 

COMENTÁRIOS
Antonio Gurgel Fagundes - 10/06/2013 - 09h38
Cá pra nós: não fosse a Copa e a cidade continuaria a viver sem melhorias.
alexandre krause - 10/06/2013 - 16h44
Graças a copa, ficariamos mais uns 20 anos sem obras importamtes. mas ainda falta muitas, que parece que a Prefeitura nao anda na rua pra olhar outras que precisam executar. ando na rua diariamente e posso citar varias.
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