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Notícia da edição impressa de 07/05/2013

Mércio Tumelero trabalha por evolução permanente

ANTONIO PAZ/JC
Diretor-presidente do JC há mais de uma década, Tumelero aposta em crescimento gradual e contínuo
Diretor-presidente do JC há mais de uma década, Tumelero aposta em crescimento gradual e contínuo

Filho de uma tradicional família de comerciantes, Mércio Cláudio Tumelero nasceu em Sananduva, Interior do Rio Grande do Sul. Assim como fizeram seus antepassados de Vicenza, no Norte da Itália, aprendeu com o pai, Giovanni, o valor do trabalho. E desde menino o ajudava no comércio que mantinha na cidade. No turno inverso, ia para escola - cursou o primário e o ginásio no Colégio Santa Terezinha.

Aos 16 anos, Mércio deixou a cidade natal para morar em Porto Alegre. E na capital manteve a mesma disciplina que tinha no Interior - conciliava estudos e trabalho, frequentando à noite o Colégio São Judas Tadeu.

Depois foi a vez da faculdade de Administração de Empresas, no mesmo turno. Nesses anos, o período do dia era reservado aos negócios da família - trabalhava com o irmão mais velho, Melson José Tumelero (considerado por Mércio como seu grande mestre), que havia criado as Lojas Tumelero Materiais de Construção em 1967.

Depois de concluir o curso superior, Mércio Tumelero passou a se dedicar exclusivamente à empresa da família, onde atuou em todos os departamentos até se tornar diretor.
Também foi presidente da Associação dos Comerciantes de Material de Construção (Acomac), da Associação dos Dirigentes de Marketing e Vendas do Brasil (ADVB) e da Associação Nacional dos Comerciantes de Materiais de Construção (Anamaco).

Anos depois, com uma rotina atribulada de executivo de uma grande rede varejista de materiais de construção, recebeu um convite para auxiliar na administração do Jornal do Comércio - a companhia jornalística atravessava dificuldades nos anos 1990.

A iniciativa foi da esposa, Valéria Jarros Tumelero, neta do fundador do JC, Jenor Cardoso Jarros. O ciclo das primeiras gerações que fizeram o jornal - na época sob o comando da segunda gestão, formada pela viúva de Jenor, Zaida Jarros, e pelo filho do casal, Delmar Jarros - foi concluído. A transição para a terceira geração, já em curso, foi marcada pelo ingresso de Mércio Tumelero, em 1998.

Ele resistiu, num primeiro momento, mas acabou aceitando o desafio de conciliar suas tarefas no varejo com o jornal. Experiente no ramo empresarial, logo entendeu que o setor da comunicação era distinto do universo em que atuava.

“São negócios totalmente diferentes. Com material de construção, se um produto está estragado, o cliente vai na loja no outro dia e troca por um novo. Agora, uma notícia equivocada pode gerar uma repercussão forte. E aí o dano é irreparável”, compara.

Tratou de focar sua ação na profissionalização da gestão da Cia Jornalística JC Jarros. Para conciliar os expedientes, adotou a objetividade na solução de problemas do jornal. E o aperfeiçoamento administrativo permitiu, gradativamente, uma modernização do JC.

Quando Zaida Jarros faleceu, em março de 2004, Mércio Tumelero a sucedeu no cargo de diretor-presidente do jornal. Os demais familiares - Cristina Ribeiro Jarros, Jenor Cardoso Jarros Neto, Delmar Jarros e Valéria Jarros Tumelero - passaram a integrar o Conselho de Administração da empresa.

Novos investimentos

O Jornal do Comércio recebeu investimentos em todos os setores nos últimos 15 anos. A circulação do jornal foi ampliada. A gráfica passou de 5 unidades (1 rotativa), em 1998, para 27 unidades (3 rotativas), com capacidade para imprimir 18 mil exemplares de 72 páginas por hora. E uma edição com todas as páginas coloridas. A impressão ainda agregou modernos equipamentos que eliminaram etapas, como a necessidade de fotolitos para imprimir o jornal.

As páginas coloridas do JC ganharam um novo projeto gráfico em 1999 - que foi atualizado duas vezes depois disso. A redação ampliou seu espaço físico, ganhou um ambiente mais confortável e novos computadores, além de reforçar sua equipe com jornalistas qualificados. Foram adquiridos três imóveis vizinhos à sede da avenida João Pessoa e os prédios foram reformados.

“Além disso, implantamos um programa de qualidade. Que classifico como uma das melhores iniciativas que tivemos para obter a melhor impressão possível, o melhor texto, a melhor diagramação e a melhor foto possíveis. E, assim, com mais conteúdo e mais cadernos, o jornal teve uma evolução fantástica nestes últimos anos”, observa o diretor-presidente do JC, Mércio Tumelero.

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