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Notícia da edição impressa de 28/03/2013

Pagar o IR em parcela única é vantajoso

Mesmo com a queda da Selic (a taxa de juros usada pela Receita Federal para corrigir o parcelamento de débitos federais), é mais vantajoso financeiramente ao contribuinte que apurar saldo de Imposto de Renda a pagar após a entrega da declaração deste ano quitá-lo à vista - ou no menor número possível de parcelas.

É que a parcela paga até 30 de abril não tem acréscimo. Se optar por pagar em duas vezes, o acréscimo da parcela de maio é de 1% (ela vence no dia 31).

De junho (terceira cota) em diante, haverá acréscimo da taxa Selic acumulada de maio até o mês anterior ao do pagamento, mais 1% no mês do pagamento.

Se o contribuinte ainda em débito com o fisco tiver alguma aplicação financeira (poupança, fundo de renda fixa etc.), compensa sacar o dinheiro para se livrar da dívida com o fisco.

É que, pela sistemática da Receita, a última parcela (a ser paga ao final de novembro) pode ter acréscimo de cerca de 5%, taxa superior ao do rendimento atual da poupança nova em oito meses.

O parcelamento máximo é em até oito vezes, desde que nenhuma cota seja inferior a R$ 50. O imposto até R$ 99,99 terá de ser pago de uma só vez. O pagamento pode ser feito por débito automático (leia mais na página 4 deste guia).

*Valores ainda não definidos pela Receita Federal **Valores aproximados (a Receita poderá decidir por arredondar os centavos) ***Para contribuintes que completarem 65 anos até 31 de janeiro dos respectivos anos e desde que recebam mais do que o limite mensal de isenção de R$ 1.710,78 em 2013 e R$ 1.787,77 em 2014 ****Valor depende do salário mínimo de 2014

Fonte: Receita Federal e Folha

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