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economia/indústria Notícia da edição impressa de 28/12/2012

Setor moveleiro se prepara para suprir demanda reprimida

Com as reduções esporádicas do IPI nos últimos anos para produtos da linha branca, o brasileiro investiu na troca dos seus eletrodomésticos. Agora, chegou a vez de o consumidor abrir a carteira para comprar móveis novos. Esse é o pensamento do setor moveleiro para 2013. Com isso, são boas as perspectivas de negócios para as empresas do setor, principalmente no mercado interno. “O próximo investimento dos brasileiros será em móveis, até porque a construção civil continua se expandindo, e muitos consumidores compraram imóveis através do Minha Casa, Minha Vida nos últimos anos. Agora, já instalados, eles vão procurar compor suas casas. Há uma demanda reprimida por móveis”, acredita Ivo Cansan, presidente da Associação das Indústrias de Móveis do Rio Grande do Sul (Movergs).

Ainda que o crescimento de 3% dos moveleiros gaúchos não tenha sido tão significativo em 2012, alguns pontos positivos podem ser destacados. O desempenho foi superior ao do Brasil, que apresentou retração de 7% no mesmo período. Além disso, o Estado se consolidou na primeira posição em participação no mercado brasileiro. Lentamente, o comércio exterior também mostra sinais de reação graças à conquista de mercados antes inexplorados. A Argentina, principal compradora do Brasil, figura apenas na nona posição no ranking de destinos dos móveis gaúchos. Os países europeus, afetados pela crise financeira, também vêm perdendo representatividade. “Não vejo sinais de reversão disso”, analisa. Por outro lado, em países sul-americanos, como Chile, Colômbia, Peru e Uruguai, as vendas devem continuar crescendo.

O diretor administrativo-financeiro da Bertolini, Alcides Pasqualli Filho, lembra que a inclusão do setor no Plano Brasil Maior deu fôlego às empresas e serviu como mola propulsora de novos investimentos em 2013. “Tínhamos um projeto de expansão pronto e decidimos executá-lo assim que as medidas do governo federal começaram a surtir efeito. Com as taxas de juros mais baixas para aquisição de equipamentos e a desoneração da folha de pagamento, vamos investir R$ 82 milhões na construção de duas fábricas”, menciona.

A ideia da Bertolini é inaugurar, no final de 2013, duas unidades em Colatina, no Espírito Santo. Hoje, além de quatro fábricas em Bento Gonçalves, a companhia gaúcha opera em Goiás e Pernambuco. A ideia é incrementar, a partir de 2014, em até 50% o faturamento anual.

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