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Notícia da edição impressa de 30/10/2012

Jornal do Comércio: oito décadas de história

Ricardo Rodrigues

MARCOS NAGELSTEIN/JC
Pedro Maciel, Luiz Guimarães e Cristiano Vieira abordaram a trajetória do Jornal do Comércio
Pedro Maciel, Luiz Guimarães e Cristiano Vieira abordaram a trajetória do Jornal do Comércio

Os aspectos de uma sociedade são registrados por diversos meios ao longo dos anos. Literatura, música, fotografia, arquivos públicos e também a imprensa guardam informações que contam a história de um determinado local, bem como a sua própria trajetória. É o caso do Jornal do Comércio, que foi tema ontem da palestra 80 anos de economia e cultura, com as presenças do editor-chefe, Pedro Maciel, do editor de economia, Luiz Guimarães, e do editor de cultura, Cristiano Vieira.

Criado em maio de 1933 no formato boletim sob o nome de Consultor do Comércio, o periódico foi desenvolvido para levar informações aos comerciantes, sendo considerado o primeiro jornal segmentado do Brasil. “No início destacava, principalmente, a movimentação de carga dos navios em Porto Alegre”, ressalta Pedro Maciel. Com periodicidade semanal, passaria a se chamar Jornal do Comércio na década de 1950, ganhando a formatação que tem hoje, com foco em economia.

Nos anos seguintes, o JC passaria por diversas modificações - ganharia circulação diária, novos equipamentos e nova gestão, que iria reformular os departamentos. Maciel, que integra a equipe há 15 anos, contou que, “apesar de o foco principal ser a economia, também há política, cultura e esporte, porque o leitor necessita desta variedade de assuntos. Não podemos esquecer os demais temas, do contrário, o jornal não sobreviveria ao mercado”.

Luiz Guimarães ressaltou o caráter de especialização dos 30 jornalistas que integram a editoria de economia, entre repórteres, editores e estagiários. “Há profissionais altamente especializados em diversos segmentos, como petróleo, tecnologia, para garantir a informação mais completa ao leitor. É preciso destacar que, no campo do agronegócio, por exemplo, não existe somente o milho e a soja, mas todo um processo”, falou.

O editor de cultura, Cristiano Vieira, abordou a importância da cultura como uma ferramenta essencial para a economia. “A cultura movimenta um mercado grande, que inclui a produção de espetáculos, editoras e estúdios de cinema, por exemplo, gerando milhões por ano”, disse.

Segundo ele, a cultura ainda é vista como algo supérfluo nas famílias. Em um momento em que saúde e alimentação pesam mais no orçamento, ela será o primeiro alvo de cortes. Vieira ressalta que o Jornal do Comércio se preocupa em levar informações mais aprofundadas para o leitor a partir de pautas diferenciadas. Salientou, ainda, que “o acesso aos bens culturais existe. Muitas vezes é caro, mas há opções gratuitas. O que falta é desenvolver uma cultura para buscar outras opções”.

MULTIMÍDIA
Pedro Maciel conta a história e a evolução do Jornal do Comércio:

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