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Notícia da edição impressa de 26/10/2012

Um recanto para jovens e crianças

FREDY VIEIRA/JC
Coordenada por Sonia Zanchetta, área infantojuvenil segue com atividades no Cais
Coordenada por Sonia Zanchetta, área infantojuvenil segue com atividades no Cais

Com a preocupação de sempre se reinventar, o espaço infantojuvenil da 58ª Feira do Livro foca suas principais atividades este ano em dois grandes temas: leitura familiar e acessibilidade. Criar projetos que estimulem a leitura em casa desde os primeiros anos e facilitar o acesso à literatura para deficientes auditivos e visuais serão pontos com preocupação especial no espaço que, desde 2005, ocupa parte do Cais do Porto da Capital.

O tradicional QG dos Pitocos, que anteriormente ocupava o Armazém A1 do Cais, este ano ocupa uma tenda perto do Guaíba. É lá que acontecem as principais atrações voltadas para estimular a leitura familiar. Criado no ano passado dentro deste espaço, a Bebeteca de 2012 recebeu melhorias no acervo de livros focados para crianças com idade pré-escolar.

Além de oficinas e mesas-redondas voltadas para familiares e educadores, lá estará disponível um guia de leituras para bebês organizado pela escritora Alessandra Roscoe, a ser lançado no dia 6 de novembro. O interesse no incentivo à leitura é justificado por uma carência familiar. “A leitura começa muito tarde porque as famílias estão terceirizando esta e outras questões que não deveriam. A gente precisa que isso se inicie antes. A valorização do livro pelas famílias tem que ser recuperado”, avalia Sonia Zanchetta, coordenadora do espaço infanto-juvenil da Feira do Livro.

Já a questão da acessibilidade estará concentrada na Biblioteca Moacyr Scliar que, neste ano, volta para seu local de origem. Uma área do espaço foi qualificada para receber pela primeira vez a Associação de Cegos, agora autorizada a comercializar livros acessíveis. “Os deficientes visuais reclamavam que havia pouca oferta. Este ano eles estarão lá representados pela entidade, que produz livros digitais e em braile, e também estarão comercializando livros de outras editoras”, garante Sonia. Ainda visando cada vez mais à inclusão, uma parceria com uma empresa especializada em audiodescrição de livros disponibilizará, mediante entrega de pen drives, áudio-livros gravados na hora. E, ainda, um acordo com a Confraria das Letras em braile garantiu a impressão de diversas obras no modelo, que serão distribuídas a partir do dia 5 de novembro para escolas e associações que trabalham neste ambiente.

Outra novidade é uma atividade voltada para aquelas pessoas que, literalmente, colocam o livro na rua. Criadora do projeto Picnic da Leitura em Cachoeirinha - no qual uma toalha de 15 metros é esticada e estimula troca e doação de livros -, Sonia revela que, no dia 8 de novembro, ocorrerá uma mesa-redonda com idealizadores de projetos semelhantes de todo o Brasil para trocar experiências.

Da palavra para o desenho

Projeto que ocorre a cada dois anos, o Traçando Histórias chega à 8ª edição nesta Feira do Livro. Considerada a mais importante mostra de ilustração de literatura infantil do País, neste ano ela receberá o trabalho de 27 artistas a partir do dia 31. Neste dia e no seguinte, parte dos ilustradores participa de uma série de mesas-redondas, oficinas e palestras realizadas em parceria com a Ufrgs, que disponibilizará as atividades como um curso de extensão.

A partir desta edição, o projeto é realizado em coprodução com o Sesc, visando a uma forma de ampliar a repercussão dos trabalhos. A parceria renderá uma maior visibilidade para as obras, já que toda a mostra será digitalizada e irá percorrer o Rio Grande do Sul e Santa Catarina na forma de exposição virtual.

Contornando a revitalização da orla

Com a entrega do Cais do Porto para o projeto de revitalização da área, o espaço infantojuvenil neste ano só não teve maiores problemas graças ao adiamento do início das obras. “Houve um pouco de dificuldade, pois o Cais já deveria estar com o consórcio, mas no final ainda está com o governo e então tivemos que negociar em várias instâncias para a realização”, conta Sonia. Já para as próximas edições, uma nova rodada de negociações terá que ser feita para garantir a utilização do espaço. “A informação que temos recebido é de que os dois armazéns centrais, os que usamos, serão restaurados e mantidos para eventos da cidade”, completa.

Ainda segundo a coordenadora do espaço infantojuvenil, mesmo com as obras na orla do Guaíba, não é de interesse da Câmara Rio-Grandense do Livro retirar o evento do Centro da cidade justamente para não perder seu caráter popular. Ela cita como exemplos as grandes bienais que ocorrem em São Paulo e Rio de Janeiro, que cobram ingresso e agregam custos de transporte para a população. “Essa mudança de espaço traria os mesmos problemas e modificaria a maneira como a feira vem sendo realizada desde sua primeira edição”, reflete Sonia.

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