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Notícia da edição impressa de 27/08/2012

Melhores da Terra completa 30 anos com novidades

MARCOS NAGELSTEIN/JC
Johannpeter e Souza apresentaram na Expointer 2012 os vencedores deste ano da distinção da Gerdau
Johannpeter e Souza apresentaram na Expointer 2012 os vencedores deste ano da distinção da Gerdau

O Prêmio Gerdau Melhores da Terra completou 30 anos em 2012 e chegou renovado à 35ª Expointer, com mudanças como a divisão das categorias Destaque e Novidade em subcategorias Agricultura Familiar e Agricultura de Escala. A intenção é contemplar os equipamentos que melhor atendem a cada um desses segmentos, totalizando, nesta edição, 10 premiados: oito produtos e dois trabalhos científicos. “Tivemos 600 participantes neste ano, mais do que o dobro do ano anterior. Nossa comissão julgadora percorreu mais de 49 mil quilômetros no Brasil, Argentina e Paraguai”, afirmou o CEO da Gerdau, André Gerdau Johannpeter.

O empresário destacou que, durante seus 30 anos de existência, o prêmio foi um grande fomentador do desenvolvimento da indústria, especialmente em termos de evolução tecnológica e inovação. “Nessas três décadas foram 3.678 inscritos, 6,7 mil entrevistas com usuários, 228 premiações e 802 mil quilômetros percorridos pela comissão julgadora, distância equivalente a 20 voltas em torno da terra”, destacou. Para André, o cenário agrícola, com a expectativa de colher 170 milhões de toneladas em 2012/2013, deverá aquecer ainda mais o mercado de máquinas, cuja produção fechou o primeiro semestre com incremento de 5% em relação ao mesmo período de 2012.

O coordenador da Comissão Julgadora do Prêmio, Luiz Fernando Coelho de Souza, informou que, durante as visitas realizadas às propriedades em 2012, foram identificadas tendências no campo, como a maior escassez de mão de obra, fator que tende a elevar a demanda por máquinas mais eficientes e com maior capacidade operacional. “Também verificamos a ampliação da padronização global em segmentos como colhedoras, semeadoras e pulverizadoras, até então um movimento mais observado no mercado de tratores”, afirma o especialista. Este é o último ano de Coelho à frente da Comissão Julgadora do Prêmio, cargo que ocupa desde a primeira edição. A partir de 2013, a função será desempenhada pelo professor da Ufrgs Renato Levien.

Coelho fez questão de ressaltar os critérios que sempre foram levados em conta na hora de avaliar as máquinas inscritas, como a qualidade de resposta em termos de economia, ergonomia, segurança e facilidades de regulagem. Além disso, é avaliada a contribuição dos equipamentos para o incremento da produção e produtividade agrícola nacional, redução da carga de trabalho humano e redução do impacto ambiental.

Desenvolvimento de tecnologia de ponta garante reconhecimento aos fabricantes

Uma máquina colhedora de café, que satisfaz às necessidades da cultura frente à carência de mão de obra especializada, recebeu o Troféu Ouro na categoria Destaque, divisão Agricultura de Escala. Trata-se da Colhedora de Café Jacto K3, da Jacto, de Pompeia (SP), primeiro equipamento autopropelido de café do mundo, e que foi sendo aperfeiçoado ao longo do tempo e é uma referência na colheita mecanizada do café. A máquina possibilita a colheita seletiva, retirando apenas os frutos maduros, e tem colaborado para a abertura de novas áreas de cultivo com relevo favorável, contribuindo para o crescimento do segmento, já que o Brasil é responsável por 40% da produção de café no mundo.

Já o Troféu Prata foi para a Semeadora de Grãos Graúdos Gringa V, fabricada pela Talleres Metalurgicos Crucianelli, da cidade de Armstrong, na província de Santa Fé, Argentina, e voltada para o plantio direto de sementes graúdas, como milho, soja e feijão. A divisão Agricultura Familiar da categoria Destaque  também teve dois vencedores: Troféu Ouro para o Distribuidor Accura 1600, fabricado pela Kuhn do Brasil, de Passo Fundo (RS), utilizado para aplicação de fertilizantes e sementes pelo método de distribuição a lanço e que permite incorporar à agricultura familiar tecnologias antes disponíveis apenas para os grandes produtores. Já o Troféu Prata foi para o Trator 1055, da Agritech Lavrale, de Indaiatuba (SP). A máquina compacta utilizada em lavouras que demandam baixa potência, como olericultura e fruticultura. “Trata-se de um grande avanço uma vez que o equipamento representa a porta de entrada para a mecanização agrícola para alguns produtores”, afirma Coelho.

Na categoria Novidade Expointer para Agricultura de Escala, o vencedor do Troféu Ouro foi a Semeato, de Passo Fundo (RS). Com o apoio da fabricante de tratores CNH, a empresa desenvolveu um sistema de integração eletrônica entre a semeadora SOL TT e tratores utilizando o padrão Isobus, norma internacional de comunicação eletrônica entre tratores e implementos. “O avanço é significativo: a Semeato, em conjunto com a CNH, conseguiu materializar comercialmente um esforço de cinco anos entre mercado e comunidade acadêmica”, afirma o professor.  O Troféu Prata foi para o Fecha Taipa Arrozeiro FTA 1600, da Agrimec, Santa Maria (RS). Utilizado em lavouras de arroz irrigado, presentes na região Sul do País, ele é o primeiro a permitir a construção dos canais de água da plantação, com paredes (taludes) bem formadas, bem como o fechamento de cada gleba plantada em uma única operação.

O equipamento vencedor do Troféu Ouro da divisão Agricultura Familiar foi a Plantadeira Hyper Plus Camalhoneira, da Indústria de Máquinas e Implementos Agrícolas KF, de Cândido Godói (RS). A máquina foi desenvolvida para o plantio de sementes graúdas, como milho e soja, nas áreas anteriormente cultivadas com arroz. Ela forma sulcos e camalhões, depositando as sementes graúdas nestes últimos. Já o Troféu Prata foi para o Desensilador Frontal da Bandeirante Indústria e Comércio de Máquinas, de Passo Fundo (RS), que permite a mecanização do processo: ele pode ser integrado à pá frontal de qualquer trator, cortando a quantidade necessária de silagem e depositando-a diretamente no equipamento de transporte.

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