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Eleições 2022

- Publicada em 22 de Novembro de 2022 às 18:59

PL faz representação ao TSE pedindo anulação de votos e mudança no resultado final da eleição

Mais de 20 dias após o pleito, partido de Bolsonaro questiona eleições e derrota de seu candidato

Mais de 20 dias após o pleito, partido de Bolsonaro questiona eleições e derrota de seu candidato


EVARISTO SA/AFP/JC
Agência Estado
Em representação enviada nesta terça-feira (22) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o PL questiona o resultado do 2º turno da eleição presidencial, em que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi eleito presidente da República, no dia 30 de outubro. O resultado foi proclamado na noite da eleição pelo TSE.
Em representação enviada nesta terça-feira (22) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o PL questiona o resultado do 2º turno da eleição presidencial, em que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi eleito presidente da República, no dia 30 de outubro. O resultado foi proclamado na noite da eleição pelo TSE.
Mais de 20 dias depois da eleição, o PL, partido do presidente Jair Bolsonaro, sustenta que o candidato derrotado teve 51,05% dos votos no segundo turno das eleições, e teria vencido a disputa com Lula. Para chegar a esse percentual, o partido pede a anulação dos votos de 279 mil urnas. O número representaria mais da metade dos votos do País. As informações são da Agência Estado.
Depois que o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, anunciou a conclusão do relatório do partido sobre as eleições, o presidente do TSE, Alexandre de Moraes, deu 24 horas para que a sigla também inclua na ação ao tribunal o questionamento ao resultado do 1º turno das eleições.
Com isso, o partido está obrigado a questionar os números que fizeram do PL a maior bancada na Câmara Federal, com 99 deputados.
Bolsonaro e Costa Neto entraram com ação no TSE pedindo que sejam desconsiderados os votos das 279 mil urnas sob o argumento de que os modelos são anteriores a 2020 e têm o mesmo número de patrimônio. O PL alega que isso impediria a fiscalização dos equipamentos. Essas urnas, porém, já foram usadas nas eleições de 2018.
Recentemente, auditoria feita pelas Forças Armadas não identificou qualquer indício de fraude nas eleições.
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