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AGRONEGÓCIO Notícia da edição impressa de 20 de Janeiro de 2021.

Estiagem volta a colocar Vera Cruz em situação de emergência

Com perdas na produção agrícola estimadas em R$ 15,9 milhões, o Município de Vera Cruz decretou nesta segunda-feira (18), situação de emergência devido à estiagem. O milho, safra (40%) e resteva (30%), e a soja (30%) são as culturas com maior quebra. Os dados são do laudo técnico de perdas elaborado entre os dias 12 e 14 de janeiro pela Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente em conjunto com Sindicato dos Trabalhadores Rurais na Agricultura Familiar e Emater/RS-Ascar.
Com perdas na produção agrícola estimadas em R$ 15,9 milhões, o Município de Vera Cruz decretou nesta segunda-feira (18), situação de emergência devido à estiagem. O milho, safra (40%) e resteva (30%), e a soja (30%) são as culturas com maior quebra. Os dados são do laudo técnico de perdas elaborado entre os dias 12 e 14 de janeiro pela Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente em conjunto com Sindicato dos Trabalhadores Rurais na Agricultura Familiar e Emater/RS-Ascar.
O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola e Pecuária do Município aponta ainda perdas na produção de arroz (5%), que deve aumentar com a escassez de chuvas, e de leite (2%). A quebra na produção do milho pode ser ainda maior, se consideradas as lavouras cultivadas mais tardiamente. Já as perdas na soja variam conforme o volume de precipitações. O prejuízo maior foi observado na região sul do Município, em especial, nas localidades de Linha Tapera e Entre Rios.
Conforme o Secretário de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, Diego Halmenschlager, o decreto também auxilia os produtores do município na renegociação de financiamentos, no acionamento de seguros e na busca de recursos do governo do Estado e da União. “O prejuízo nas lavouras acaba refletindo no comércio e na indústria. Com a situação de emergência declarada, esperamos amenizar a situação dos nossos agricultores e da comunidade”, relata.
Além da situação de emergência, o decreto também cita a necessidade de uso racional da água e a possibilidade de notificação de usuários do Sistema Municipal de Água e Esgoto – Semae que forem flagrados desperdiçando água. “A intenção é conscientizar a população para que não utilize água da rede de abastecimento do município para lavagem de calçadas, veículos, enchimento de piscinas ou outras atividades que possam agravar ainda mais a situação nesse período”, alerta o prefeito Gilson Becker.
Ainda segundo Becker, já houve pedidos pontuais de entrega de água para consumo humano e para consumo de animais, pelo Corpo de Bombeiros. De outro lado, o Semae vem atuando para que nenhum bairro ou localidade fique sem abastecimento de água. Algumas redes com menor potencial de abastecimento já estão sendo reforçadas por redes com melhor capacidade de distribuição de água.
 
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